... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Para Refletir...



Na Índia se ensina as « Quatro Leis da Espiritualidade »

A Primeira Lei diz:

« A pessoa que chega é a pessoa certa ».

Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade.

Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação.


A Segunda Lei diz:

« O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. »

Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira.

Nem mesmo o detalhe mais insignificante!

Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...". Não!

O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim

para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante.

Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.


A Terceira Lei diz:

« Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. »

Tudo começa num momento determinado.

Nem antes, nem depois!

Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!


A Quarta e Última Lei diz:

« Quando algo termina, termina! »

Simplesmente assim!

Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução!

Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

Creio que não é por acaso que você está lendo isto.


Viva Bem! Ama com todo o seu Ser! E permita-se ser Imensamente Feliz!


com o tempo a gente aprende que o conteúdo acima faz parte da Lei Universal...
imprescindível não lembrar das pessoas que passam pela nossa vida,
um excelente dia,
com o meu carinho de sempre,

Leilah


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Para Refletir...




Quem está disposto a escutar com o coração, mais do que com os ouvidos, encontrará notas de alegria nas letras das canções.

Quem está disposto a escutar com o sentimento, descobrirá emoção nas entrelinhas dos poemas de amor.

Edith Piaf, durante a Segunda Guerra Mundial, foi cantar para os soldados que se encontravam nas frentes de batalha. O objetivo era levantar o ânimo das tropas desalentadas pelo longo tempo de luta que parecia não terminar nunca.

Uma das canções que ela ofereceu àqueles homens tão saudosos do lar e dos seus afetos chamava-se Hino ao amor/Hynme a l'amour.

E os versos, dizem mais ou menos assim:

“Se o azul do céu escurecer, e a alegria na Terra fenecer, não importa, querida, viverei do nosso amor.

Se tu és o sol dos dias meus, não importa querida, o amargor das dores desta vida.

Um punhado de estrelas no Infinito irei buscar, e aos teus pés esparramar.

Se o destino nos separar, se distante a morte te encontrar, não importa, querida, porque eu morrerei também.

Quando enfim a vida terminar e dos sonhos nada mais restar, Deus fará no céu eu te encontrar”.

Podemos imaginar com que emoção aqueles homens endurecidos na luta, cansados e abatidos, terão escutado estes versos e recordado das suas esposas, suas namoradas, suas noivas.

Terão lembrado dos sonhos acalentados e interrompidos pela guerra. Dos castelos construídos a dois. Dos filhos deixados no lar.

Mas, com certeza, o que mais deve tê-los tocado foi a lição da Imortalidade inserida nos últimos versos.

Mesmo que eles morressem na batalha, que suas vidas terminassem ou que os, seus amores viessem a morrer na sua ausência, na outra vida, eles iriam se encontrar.

E esse encontro iria aplacar a enorme saudade que traziam em seus corações.

Que maior esperança se pode dar ao ser humano senão a da sua Imortalidade?

Ninguém morre. Somente muda de roupagem. E os verdadeiros amores não terminam nunca.

Para além da cortina do túmulo, eles se reencontram, prosseguem se amando.

Nas últimas horas antes de Sua prisão, Jesus Se despediu dos Apóstolos, durante uma ceia.

Os amigos sentiam, por antecipação, a saudade por Sua partida que já pressentiam.

Ele estava Se preparando para a morte, desde a ceia na casa de Simão, na cidade de Betânia, uns dias antes.

Sereno, Ele enfrentou o julgamento, o martírio e a cruz. Ressurgiu, em plena madrugada, e retornou para os amigos a fim de os consolar e lhes dizer: Sou eu mesmo. Não tenham medo.

E assegurou: Estarei para sempre convosco, demonstrando que as barreiras da morte podem ser vencidas pelo amor que liga as almas umas às outras, além do espaço e além do tempo.


Se na voz de Edith Altemar ou Maysa, a música junto com esta mensagem fica para refletirmos que só o amor pode aliviar qualquer pensamento, sentimento, atitude e, principalmente, só amor permanece para a eternidade.

Amemo-nos uns aos outros acima de qualquer coisa!

Mensagem recebida da minha aluna Weldna.

Com o meu carinho de sempre,

Leilah,



domingo, 21 de novembro de 2010

Para Refletir...

Um homem completo possui a força do pensamento,
a força da vontade e a
força do coração.
A força do pensamento é a luz do conhecimento;
a força da
vontade é a energia do caráter;
a força do coração é o amor.


LUDWIG FEUERBACH


Refletindo...

“Cada um de nós é diferente.
Tivemos experiências diferentes.
Recebemos o sol de maneira diferente.

Projetamos nossa sombra de maneira diferente.”

Léo Buscaglia


sábado, 6 de novembro de 2010

Para Refletir...





Um Deus que sorri

Por Rubem Alves

Eu acredito em Deus!

Mas não sei se o Deus em que eu acredito, é o mesmo Deus em que acredita o balconista, a professora, o porteiro, o bispo ou pastor...

O Deus em que acredito não foi globalizado.

O Deus com quem converso não é uma pessoa, não é pai de ninguém.

É uma idéia, uma energia, uma eminência.

Não tem rosto, portanto não tem barba.

Não caminha, portanto não carrega um cajado.

Não está cansado, portanto não está sempre no trono.

O Deus que me acompanha vai muito além do que me mostra a Bíblia.

Jamais se deixaria resumir por dez mandamentos, algumas parábolas e um pensamento que não se renova.

O meu Deus é tão superior quanto o Deus dos outros, mas sua superioridade está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade.

O Deus em que acredito me ensina a guerrear conforme as armas que tenho e detecta em mim a honestidade dos atos.

Não distribui culpas a granel: as minhas são umas, as do vizinho são outras. Nossa penitência é a reflexão.

Para o Deus em que acredito, só vale o que se está sentindo.

O Deus em que acredito não condena o prazer.

O Deus em que acredito não me abandona, mas me exige mais do que uma flexão de joelhos e uma doação aos pobres: cobra caro pelos meus erros e não aceita promessas performáticas, como carregar uma cruz gigante nos ombros.

A cruz pesa onde tem que pesar: dentro.

É onde tudo acontece e este é o Deus que me acompanha:

Um Deus simples.

Deus que é Deus não precisa ser difícil e distante, sabe tudo e vê tudo.

Meu Deus é discreto e otimista.

Não se esconde, ao contrário, aparece principalmente nas horas boas para incentivar, para me fazer sentir o quanto vale um pequeno momento grandioso: de um abraço numa amizade, uma música na hora certa, um silêncio.

O Deus que eu acredito também não inventou o pecado, ou a segregação de credo.

E como ele me deu o Livre-Arbítrio, sou eu apenas que respondo e responderei pelos meus atos.



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Para Refletir...

“Eu estou(...) à procura dos vestígios de uma razão
que reconduza, sem apagar as distâncias, que una,
sem reduzir o que é distinto ao mesmo denominador,
que entre estranhos torne reconhecível o que é
comum, mas deixe ao outro a sua alteridade”.

(Jürgen Habermas, Passado como Futuro, 1993, p. 112)

domingo, 24 de outubro de 2010

Para Refletir...

“Educação é vida; vida é desenvolvimento e
a finalidade do
desenvolvimento
é mais desenvolvimento”.


Dewey


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Para Refletir...




Aquilo que a lagarta chama de
Fim do mundo
O resto do mundo

Chama de borboleta.


Lao-Tsé


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Minhas Composições...

PROCESSO


Contando história

Ela começou...

E assim continuou

Sobre poetas e poemas

Através das décadas e décadas...

Contando histórias

Ela nos ensinou

E assim continuou

Sobre fantoches e bonecos

Várias formas de teatro

Ela nos incentivou...

E assim continuou,

No processo do aprender

Ela nos fez fazer

Experiências e vivências

Que nos transformou.

Nos alunos que hoje são

Aqueles que com

Amor e prontidão

Construíram o conhecimento

E um pouco mais para a educação.

E assim continuou

Ela seguiu

Com o seu trabalho,

E somando,

Muito ainda irá construir

Para que todos possam

Crescer e evoluir.


Leilah

maio,2001



Homenagem à uma Mestra que passou pela minha vida.


Refletindo...



É preciso acreditar na educação!


Para Refletir...



Do Mestre para os Mestres!
Coragem, Determinação, Esperança, Amor e Fé!

Feliz Dia dos Professores!



palavras são insuficientes para expressar a real diferença que você faz na vida de tantas pessoas, portanto, em mais uma mensagem que você recebe hoje quero lhe dizer o quanto é importante a sua presença, as suas palavras, o seu saber, o seu aprender, os seus sentimentos, a sua força e coragem de viver e acreditar na educação!
lembro sempre de quem passou pelo meu caminho, com profundo carinho, respeito e admiração,
felicidades, com o meu carinho de sempre,
Leilah.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Fragmentos Poéticos...


De que são feitos os dias?

De que são feitos os dias?
- De pequenos desejos,
vagarosas saudades,
silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,
momentâneos lampejos:
vagas felicidades,
inatuais esperanças.

De loucuras, de crimes,
de pecados, de glórias
- do medo que encadeia
todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,
dentro deles choramos,
em duros desenlaces
e em sinistras alianças...

Cecília Meireles


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Fragmentos Poéticos...



Simples Quântica

Simples como um passo atrás do outro.

Que aos poucos se aprazia planeta de admirável amplidão,

Subindo e descendo montanhas,

Aguando e sussurrando descanso ente o rio e o mar,

Avistando continentes estáticos e lentos,

Que sempre estiveram ali te esperando sem saber.

Mas Ser mutante sob as lavas de teu quente amanhecer!

Simples como ajustar a parelha dos cavalos

E recostados na madeira da charrete

Visando deslocar-se mais ao longe

Chegar aonde a intrepidez te possa e te leve

Sob patas de cavalos rápidos ou lerdos

Dependendo da mão de tua rédea intenção

Simples como um trem de Maria fumaça

Deslizada sob trilhos bem postados

Chicoteados sobre o lombo de um homem animal

Que tinha como meta uma vasilha de comida

Que fortificasse as mãos, que carregavam guias

E como guias, preparando a via de levar

Aos lugares mais longínquos

E de horizonte meio obliquo e de miragem conclusão

Simples como um baú de quinquilharias

Cheio de fotografias da família feliz

Imagens gostosas e tremidas em mãos cansadas

Passeios nas praias próximas ou lunares contradições

Exposições de corpos ajeitados, tendo ao fundo o mundo que se quis

Começada numa lente de imagem

Que ficará guardada no baú de quinquilharias

Simples como ligar teu carro a gasolina

Com os cavalos que o dinheiro possa comprar

E possa te levar a uma casa de parentes

Ou que possa ta achar sob ferragens retorcidas

Ou que possa te trazer livre e saudoso

Sobre o asfalto alisado pra conforto de guiar

Entre as placas que te avisam a próxima curva

Ou a próxima reta pra que voltes a voltar

Simples como viajar com um foguete que te leve até a Lua

Ainda virgem enquanto não pisasses no deserto deste lado bem visível

Que era quase inatingível e que eu amava com imaginado prazer

Mas lá plantaste uma bandeira azul e bem vermelha pincelada de estrelas

Simples pano projetando as parcas e mecanicistas peças imaginadas por você

E quando lá chegado, olhos fracos de extasiante estrada a percorrer

E não achastes trilhos e nem braços de apurada técnica

Simplesmente ficaste ali, ao sabor sem vento e pensando.

O que fazer!?

Simples como a nave de asas com foguetes

Que inventaste para o necessário deslocamento com retorno

Objeto com defeitos não pensados e arrumados

Sem que antes muitos destes naufragados

Como as naus dos pilotos do passado

Guiados pelas mesmas estrelas, que agora olhas mais de perto

Mas inda longe muito longe de compreenderes.

Ó ser esperto!?

Simples como a relativa teoria, saída de mente já desperta

Captando e projetando em quadro negro

As energias que os Deuses muito antes dispuseram

Mas cegueira de ilusão regimentada e alimentada em “berço esplêndido”

Quis destino que descobristes entre guerras de rancor

Trucidando o inimigo que estava e inda vive em tua alma

Ó ser insigne, protegendo o terreno como água no deserto

Simples como todas as teorias, que orgulhas ser de tua cabeça origem

Animal de rara espécie, que andaste longe, mas carregando a picareta

Que ainda abre muitas valas, para o pútrido corpo enterrar

Que inda sorve muitas larvas da sujeira de teu dorso

Corvo ágil e passadiço, escorregando em tua lábia

Águia de bico recomeço, meio avesso aos conselhos de teu Pai (Ele).

Mas lá das trevas, ainda vem imensa luz

Pois olhastes em teu umbigo e descobriste átoma célula

Em respostas que há muito já postadas em teu colo ignorante

Aluno, meu aluno! Quanto amor ainda tenho que te dar

Para que entendas que este mundo é celular

Que este planeta de tamanha pequenez, nada fez

Para que tuas sujas mãos lhe matasse em proveito próprio

Quanto ódio vem jorrando de tua boca, com dentes de carne de comer?

Matando o corpo de muitos dos meus filhos

E dizendo ser em meu nome!? É teu “prazer”!

Simples como os Irmãos que Te mandei

Com missão de esclarecer e eliminar as amplas dualidades

Mas graças à tecnologia que inventaste, muitas aves sobrevoam lindo céu

Desabrochando lindas flores com o cheiro da verdade

E de tantas, mas de tantas ambiguidades, enfim nasceste

Para plantar em poucos seres a imensa e santa singularidade

E que hoje compreende em livre arbítrio, amor complexo, como dizes!

Simples, como os séculos recomeços,

Em nova terra que lhe dei para os teus erros compensar

Pois Amar, não é uma simples palavra, como queres entender

Ela é ritma unidade e imensa no universo que ainda pulsa

Desde teu corpo de animal estupefato até o nirvana

Que nada mais é do que outro patamar.

Simples como a Física Quântica de quantidade incomensurável

Sede insaciável, mas de educada espiadela que eu lhe pude agora dar

Energia que perceberás bem simples, como as plantas de plantar

Em patamares tão longínquos e ao mesmo tempo bem juntinhos

Dos teus olhos de escrever e bem embaixo da planta de teus pés

Simplesmente as tome como um aumento de salário

Dádiva oriunda das escolas de intrigante recomeço

Como se fosse uma iniciática amante saciada em educar

E te abrir energias tão pequenas, pois não podias enxergar

Plasma que de tanta alegoria te fará um dia vislumbrar,

Um Amor tão imenso e que agora Te presenteio em pequena fagulha

Parte de uma Quântica universal, que ainda não podes perceber

Mas fique firme, muito firme nas coisas que te revelo

Pois sei que um dia deixará de acreditar como criança na Fé cega

E que há muito vem cegando, mas foi mensagem de Mãe e de Pai palavra,

Ou a palavra que Eu podia naqueles dias revelar!

Sérgio Corrêa – 10/10/2010.


sábado, 9 de outubro de 2010

Para Refletir...




"... sábio, o eterno poeta, a nos fazer refletir..."
Leilah



segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Refletindo...




"E como a vida corre em estações ...
Sorria como se todos os dias fosse verão!
Se te agarras às alegrias,
o vento armazena os teus sorrisos
soltos para o inverno!”

Jeocaz Lee-Meddi

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Refletindo...

"Educar é um exercício de imortalidade.
De alguma forma continuamos a viver
Naqueles cujos olhos aprenderam
a ver o mundo
Pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre jamais...
Entendo assim
A tarefa primeira do educador:
Dar aos alunos a razão para viver”.

RUBEM ALVES


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Para Refletir...

“Uma coisa é por idéias arranjadas,
outra é lidar com país de pessoas,
de carne e sangue, de mil- e - tantas misérias...
Tanta gente - dá susto de saber - e nenhum
se sossega: todos nascendo, crescendo,
se casando, querendo colocação de emprego,
comida, saúde, riqueza,
ser importante, querendo chuva e negócios bons...”

Guimarães Rosa


refletindo...

"O amor de amigo diz: Se você precisar de algo, estou aqui.
O amor verdadeiro diz: Você nunca precisará de nada, pois estou aqui."

Provérbio Curdo


sábado, 18 de setembro de 2010

Minhas Composições...


Saudades...

Saudades de você,

Saudades de lhe ver,

De falar com você...

Hoje olhei para este céu maravilhoso

Com o sol brilhando

E fiquei lembrando de você...

Fiquei pensando:

“Como você está?”

Parece que foi ontem,

Tão perto, tão longe ao mesmo tempo,

Tempo...

Sentimento...

Tempo e saudades,

Tempo que não volta,

Tempo em que se gosta

De se olhar e

De ver...

Ah! Que saudades de você,

Saudades de olhar para você

De enxergar o mar

Através da janela do tempo

Por onde olho você neste momento...

Saudades...


Leilah

Set/2010


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Refletindo a vida...



Na correria do cotidiano,
não olhamos para a vida a nossa volta...

Deus se expressa em cada centímetro de vida...
nas cores, nas formas...
é a renovação a cada instante
nos mostrando a vida efetivamente como ela é!


Fragmentos Poéticos...

"Há quem dê cores e luzes às palavras,

quem desenhe numa folha de papel

como acariciasse o corpo da sua amada,

quem escreva como sentisse

tocar as sensações do seu corpo,

quem escreva poemas delirantes depois do beijo...

num anseio de alcançar melodias

e canções repletas de ternura, com enlevo.

Também há quem não goste de poemas..."


S. Kremer, setembro/2010


sábado, 7 de agosto de 2010

Refletindo

Vi todas as coisas e

maravilhei-me de tudo,

Mas tudo ou sobrou ou foi pouco,

não sei qual, e eu sofri.

Eu vivi todas as emoções,

todos os pensamentos,

todos os gestos.

E fiquei tão triste como

se tivesse querido vivê-los

e não conseguisse.



Álvaro de Campos



quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Para Relfetir...




SOBRE A VELHICE – Rubem Alves


Por oposição aos gerontologistas, que analisam a velhice como um processo biológico, eu estou interessado na velhice como um acontecimento estético.

A velhice tem a sua beleza, que é a beleza do crepúsculo.

A juventude eterna, que é o padrão estético dominante em nossa sociedade, pertence à estética das manhãs.

As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria.

Mas o crepúsculo tem um outro tipo de beleza, totalmente diferente da beleza das manhãs.

A beleza do crepúsculo é tranquila, silenciosa – talvez solitária.

No crepúsculo tomamos consciência do tempo.

Nas manhãs o céu é como um mar azul, imóvel.

No crepúsculo as cores se põem em movimento: o azul vira verde, o verde vira amarelo, a amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo – tudo rapidamente.

Ao sentir a passagem do tempo nós apercebemos que é preciso viver o momento intensamente.

Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia.

No crepúsculo sabemos que a noite está chegando.

Na velhice sabemos que a morte está chegando.

E isso nos torna mais sábios e nos faz degustar cada momento como uma alegria única.

Quem sabe que está vivendo a despedida olha para a vida com olhos mais ternos...

(Trecho extraido do texto Quarto de badulaques (XV) publicado no Correio Popular, 29/09/2002).


Espaço by Música




Ao longo da breve caminhada que fazemos, realizamos encontros e reencontros...
Muita vezes não percebemos aqueles que cruzam nosso caminho...
Muitas vezes esquecemos de que um dia já amamos e que continuaremos a amar...
sempre, o amor, só o amor tem a possibilidade de nos levar à evolução!
com o meu carinho de sempre,
Leilah.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Refletindo...

"Toda alma é uma música que toca".

Rubem Alves


Espaço by Curiosidades



No dia 03 de agosto se comemora todos os profissionais que dominam a técnica do tingimento, da lã, juta, algodão, seda etc. Essa arte é tão antiga quanto a humanidade, acredita-se que foi descoberta por acaso, talvez, por causa de alguma mancha acidental.

O certo é que a possibilidade de alterar as cores e brincar com seus matizes sempre aguçou a criatividade do ser humano. No Egito, há mais de seis mil anos antes de Cristo, as roupas tingidas pelas cores vibrantes eram privilégios dos faraós e sacerdotes, estabelecendo uma divisão de castas sociais.

As mulheres e homens usavam pinturas no rosto e nos cabelos, extraídas de raízes e cascas de árvores, misturadas com óleos e gorduras especiais que lhes davam consistência e durabilidade. Essas técnicas foram difundidas pelas margens do Nilo e ultrapassaram as fronteiras do continente, se mesclaram com às já conhecidas pelos outros nativos e assim foram disseminadas por todos os povos do mundo.

Sabemos também que através das combinações das cores e tipos de técnicas de tinturaria são reconhecias muitas civilizações e suas etnias. Esse dia foi escolhido para comemorar os tintureiros por ser o dia de sua padroeira, Santa Lídia, canonizada pelo papa Baronio em 1607. Ela foi uma das primeiras cristãs na Europa. Judia comerciante de púrpura, converteu-se ao cristianismo, batizada por São Paulo. Sua cidade, Tiatira, na Ásia, se notabilizou pelos famosos tecidos de púrpura e pela indústria de tinta de fios.

A evolução da humanidade trouxe modernidade às técnicas que foram adaptadas à novos processos industriais. A partir do início deste século, devido a maior facilidade, tempo e menor custo no tingimento químico, foram introduzidos os corantes sintéticos, que praticamente substituíram os tingimentos com corantes naturais.

Os profissionais técnicos das várias seções produtivas da indústria da tinturaria são: encarregados, quadros médios, chefes-de-turno e técnicos de laboratório. Têm formação acadêmica, com conhecimentos específicos e complementares na área de tinturaria de fio, aprofundando conceitos que lhes permitem relacionar o tipo de bobinagem, maquinaria utilizada e processo de tingimento com a fibra a tingir.

Atualmente o processo industrial de tingimento é oferecido pelas compactas "Lavanderias/Tinturarias" que reciclam roupas usadas e à preços acessíveis à população. Nesse caso o tingimento é feito através de sistema moderno com máquinas desenvolvidas especialmente para este fim, oferecendo um resultado de alta qualidade e confiabilidade. No caso do jeans, por exemplo, após um processo especial, ele poderá receber uma das trinta cores do mostruário que a pessoa pode optar.

O resultado final é de uma peça impecável de visual novo e a um preço até cinco vezes menor de um jeans novo de marca. Os donos desses pequenos estabelecimentos são os vanguardistas dos primeiros tintureiros, e recebem as homenagens hoje também.


Fonte: www.trabalhonota10.com.br