domingo, 21 de novembro de 2010
Para Refletir...
a força da vontade e a força do coração.
A força do pensamento é a luz do conhecimento;
a força da vontade é a energia do caráter;
a força do coração é o amor.
LUDWIG FEUERBACH
Refletindo...
“Cada um de nós é diferente.
Tivemos experiências diferentes.
Recebemos o sol de maneira diferente.
Projetamos nossa sombra de maneira diferente.”
Léo Buscaglia
sábado, 6 de novembro de 2010
Para Refletir...

Um Deus que sorri
Por Rubem Alves
Eu acredito em Deus!
Mas não sei se o Deus em que eu acredito, é o mesmo Deus em que acredita o balconista, a professora, o porteiro, o bispo ou pastor...
O Deus em que acredito não foi globalizado.
O Deus com quem converso não é uma pessoa, não é pai de ninguém.
É uma idéia, uma energia, uma eminência.
Não tem rosto, portanto não tem barba.
Não caminha, portanto não carrega um cajado.
Não está cansado, portanto não está sempre no trono.
O Deus que me acompanha vai muito além do que me mostra a Bíblia.
Jamais se deixaria resumir por dez mandamentos, algumas parábolas e um pensamento que não se renova.
O meu Deus é tão superior quanto o Deus dos outros, mas sua superioridade está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade.
O Deus em que acredito me ensina a guerrear conforme as armas que tenho e detecta em mim a honestidade dos atos.
Não distribui culpas a granel: as minhas são umas, as do vizinho são outras. Nossa penitência é a reflexão.
Para o Deus em que acredito, só vale o que se está sentindo.
O Deus em que acredito não condena o prazer.
O Deus em que acredito não me abandona, mas me exige mais do que uma flexão de joelhos e uma doação aos pobres: cobra caro pelos meus erros e não aceita promessas performáticas, como carregar uma cruz gigante nos ombros.
A cruz pesa onde tem que pesar: dentro.
É onde tudo acontece e este é o Deus que me acompanha:
Um Deus simples.
Deus que é Deus não precisa ser difícil e distante, sabe tudo e vê tudo.
Meu Deus é discreto e otimista.
Não se esconde, ao contrário, aparece principalmente nas horas boas para incentivar, para me fazer sentir o quanto vale um pequeno momento grandioso: de um abraço numa amizade, uma música na hora certa, um silêncio.
O Deus que eu acredito também não inventou o pecado, ou a segregação de credo.
E como ele me deu o Livre-Arbítrio, sou eu apenas que respondo e responderei pelos meus atos.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Para Refletir...
que reconduza, sem apagar as distâncias, que una,
sem reduzir o que é distinto ao mesmo denominador,
que entre estranhos torne reconhecível o que é
comum, mas deixe ao outro a sua alteridade”.
(Jürgen Habermas, Passado como Futuro, 1993, p. 112)
domingo, 24 de outubro de 2010
Para Refletir...
a finalidade do desenvolvimento
é mais desenvolvimento”.
Dewey
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Minhas Composições...
PROCESSO
Contando história
Ela começou...
E assim continuou
Sobre poetas e poemas
Através das décadas e décadas...
Contando histórias
Ela nos ensinou
E assim continuou
Sobre fantoches e bonecos
Várias formas de teatro
Ela nos incentivou...
E assim continuou,
No processo do aprender
Ela nos fez fazer
Experiências e vivências
Que nos transformou.
Nos alunos que hoje são
Aqueles que com
Amor e prontidão
Construíram o conhecimento
E um pouco mais para a educação.
E assim continuou
Ela seguiu
Com o seu trabalho,
E somando,
Muito ainda irá construir
Para que todos possam
Crescer e evoluir.
Leilah
maio,2001
Homenagem à uma Mestra que passou pela minha vida.
Refletindo...
É preciso acreditar na educação!
Para Refletir...
Do Mestre para os Mestres!
Coragem, Determinação, Esperança, Amor e Fé!
Feliz Dia dos Professores!
palavras são insuficientes para expressar a real diferença que você faz na vida de tantas pessoas, portanto, em mais uma mensagem que você recebe hoje quero lhe dizer o quanto é importante a sua presença, as suas palavras, o seu saber, o seu aprender, os seus sentimentos, a sua força e coragem de viver e acreditar na educação!
lembro sempre de quem passou pelo meu caminho, com profundo carinho, respeito e admiração,
felicidades, com o meu carinho de sempre,
Leilah.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Fragmentos Poéticos...

De que são feitos os dias?
- De pequenos desejos,
vagarosas saudades,
silenciosas lembranças.
Entre mágoas sombrias,
momentâneos lampejos:
vagas felicidades,
inatuais esperanças.
De loucuras, de crimes,
de pecados, de glórias
- do medo que encadeia
todas essas mudanças.
Dentro deles vivemos,
dentro deles choramos,
em duros desenlaces
e em sinistras alianças...
Cecília Meireles
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Fragmentos Poéticos...

Simples Quântica
Simples como um passo atrás do outro.
Que aos poucos se aprazia planeta de admirável amplidão,
Subindo e descendo montanhas,
Aguando e sussurrando descanso ente o rio e o mar,
Avistando continentes estáticos e lentos,
Que sempre estiveram ali te esperando sem saber.
Mas Ser mutante sob as lavas de teu quente amanhecer!
Simples como ajustar a parelha dos cavalos
E recostados na madeira da charrete
Visando deslocar-se mais ao longe
Chegar aonde a intrepidez te possa e te leve
Sob patas de cavalos rápidos ou lerdos
Dependendo da mão de tua rédea intenção
Simples como um trem de Maria fumaça
Deslizada sob trilhos bem postados
Chicoteados sobre o lombo de um homem animal
Que tinha como meta uma vasilha de comida
Que fortificasse as mãos, que carregavam guias
E como guias, preparando a via de levar
Aos lugares mais longínquos
E de horizonte meio obliquo e de miragem conclusão
Simples como um baú de quinquilharias
Cheio de fotografias da família feliz
Imagens gostosas e tremidas em mãos cansadas
Passeios nas praias próximas ou lunares contradições
Exposições de corpos ajeitados, tendo ao fundo o mundo que se quis
Começada numa lente de imagem
Que ficará guardada no baú de quinquilharias
Simples como ligar teu carro a gasolina
Com os cavalos que o dinheiro possa comprar
E possa te levar a uma casa de parentes
Ou que possa ta achar sob ferragens retorcidas
Ou que possa te trazer livre e saudoso
Sobre o asfalto alisado pra conforto de guiar
Entre as placas que te avisam a próxima curva
Ou a próxima reta pra que voltes a voltar
Simples como viajar com um foguete que te leve até a Lua
Ainda virgem enquanto não pisasses no deserto deste lado bem visível
Que era quase inatingível e que eu amava com imaginado prazer
Mas lá plantaste uma bandeira azul e bem vermelha pincelada de estrelas
Simples pano projetando as parcas e mecanicistas peças imaginadas por você
E quando lá chegado, olhos fracos de extasiante estrada a percorrer
E não achastes trilhos e nem braços de apurada técnica
Simplesmente ficaste ali, ao sabor sem vento e pensando.
O que fazer!?
Simples como a nave de asas com foguetes
Que inventaste para o necessário deslocamento com retorno
Objeto com defeitos não pensados e arrumados
Sem que antes muitos destes naufragados
Como as naus dos pilotos do passado
Guiados pelas mesmas estrelas, que agora olhas mais de perto
Mas inda longe muito longe de compreenderes.
Ó ser esperto!?
Simples como a relativa teoria, saída de mente já desperta
Captando e projetando em quadro negro
As energias que os Deuses muito antes dispuseram
Mas cegueira de ilusão regimentada e alimentada em “berço esplêndido”
Quis destino que descobristes entre guerras de rancor
Trucidando o inimigo que estava e inda vive em tua alma
Ó ser insigne, protegendo o terreno como água no deserto
Simples como todas as teorias, que orgulhas ser de tua cabeça origem
Animal de rara espécie, que andaste longe, mas carregando a picareta
Que ainda abre muitas valas, para o pútrido corpo enterrar
Que inda sorve muitas larvas da sujeira de teu dorso
Corvo ágil e passadiço, escorregando em tua lábia
Águia de bico recomeço, meio avesso aos conselhos de teu Pai (Ele).
Mas lá das trevas, ainda vem imensa luz
Pois olhastes em teu umbigo e descobriste átoma célula
Em respostas que há muito já postadas em teu colo ignorante
Aluno, meu aluno! Quanto amor ainda tenho que te dar
Para que entendas que este mundo é celular
Que este planeta de tamanha pequenez, nada fez
Para que tuas sujas mãos lhe matasse em proveito próprio
Quanto ódio vem jorrando de tua boca, com dentes de carne de comer?
Matando o corpo de muitos dos meus filhos
E dizendo ser em meu nome!? É teu “prazer”!
Simples como os Irmãos que Te mandei
Com missão de esclarecer e eliminar as amplas dualidades
Mas graças à tecnologia que inventaste, muitas aves sobrevoam lindo céu
Desabrochando lindas flores com o cheiro da verdade
E de tantas, mas de tantas ambiguidades, enfim nasceste
Para plantar em poucos seres a imensa e santa singularidade
E que hoje compreende em livre arbítrio, amor complexo, como dizes!
Simples, como os séculos recomeços,
Em nova terra que lhe dei para os teus erros compensar
Pois Amar, não é uma simples palavra, como queres entender
Ela é ritma unidade e imensa no universo que ainda pulsa
Desde teu corpo de animal estupefato até o nirvana
Que nada mais é do que outro patamar.
Simples como a Física Quântica de quantidade incomensurável
Sede insaciável, mas de educada espiadela que eu lhe pude agora dar
Energia que perceberás bem simples, como as plantas de plantar
Em patamares tão longínquos e ao mesmo tempo bem juntinhos
Dos teus olhos de escrever e bem embaixo da planta de teus pés
Simplesmente as tome como um aumento de salário
Dádiva oriunda das escolas de intrigante recomeço
Como se fosse uma iniciática amante saciada em educar
E te abrir energias tão pequenas, pois não podias enxergar
Plasma que de tanta alegoria te fará um dia vislumbrar,
Um Amor tão imenso e que agora Te presenteio em pequena fagulha
Parte de uma Quântica universal, que ainda não podes perceber
Mas fique firme, muito firme nas coisas que te revelo
Pois sei que um dia deixará de acreditar como criança na Fé cega
E que há muito vem cegando, mas foi mensagem de Mãe e de Pai palavra,
Ou a palavra que Eu podia naqueles dias revelar!
Sérgio Corrêa – 10/10/2010.
sábado, 9 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Refletindo...

Sorria como se todos os dias fosse verão!
Se te agarras às alegrias,
o vento armazena os teus sorrisos
soltos para o inverno!”
Jeocaz Lee-Meddi
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Refletindo...
De alguma forma continuamos a viver
Naqueles cujos olhos aprenderam
a ver o mundo
Pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre jamais...
Entendo assim
A tarefa primeira do educador:
Dar aos alunos a razão para viver”.
RUBEM ALVES
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Para Refletir...
outra é lidar com país de pessoas,
de carne e sangue, de mil- e - tantas misérias...
Tanta gente - dá susto de saber - e nenhum
se sossega: todos nascendo, crescendo,
se casando, querendo colocação de emprego,
comida, saúde, riqueza,
ser importante, querendo chuva e negócios bons...”
Guimarães Rosa
refletindo...
O amor verdadeiro diz: Você nunca precisará de nada, pois estou aqui."
Provérbio Curdo
sábado, 18 de setembro de 2010
Minhas Composições...
Saudades...
Saudades de você,
Saudades de lhe ver,
De falar com você...
Hoje olhei para este céu maravilhoso
Com o sol brilhando
E fiquei lembrando de você...
Fiquei pensando:
“Como você está?”
Parece que foi ontem,
Tão perto, tão longe ao mesmo tempo,
Tempo...
Sentimento...
Tempo e saudades,
Tempo que não volta,
Tempo em que se gosta
De se olhar e
De ver...
Ah! Que saudades de você,
Saudades de olhar para você
De enxergar o mar
Através da janela do tempo
Por onde olho você neste momento...
Saudades...
Set/2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Refletindo a vida...
Na correria do cotidiano,
não olhamos para a vida a nossa volta...
Deus se expressa em cada centímetro de vida...
nas cores, nas formas...
é a renovação a cada instante
nos mostrando a vida efetivamente como ela é!
Fragmentos Poéticos...
"Há quem dê cores e luzes às palavras,
quem desenhe numa folha de papel
como acariciasse o corpo da sua amada,
quem escreva como sentisse
tocar as sensações do seu corpo,
quem escreva poemas delirantes depois do beijo...
num anseio de alcançar melodias
e canções repletas de ternura, com enlevo.
Também há quem não goste de poemas..."
S. Kremer, setembro/2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Refletindo
Vi todas as coisas e
maravilhei-me de tudo,
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco,
não sei qual, e eu sofri.
Eu vivi todas as emoções,
todos os pensamentos,
todos os gestos.
E fiquei tão triste como
se tivesse querido vivê-los
e não conseguisse.
Álvaro de Campos
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Para Relfetir...
SOBRE A VELHICE – Rubem Alves
Por oposição aos gerontologistas, que analisam a velhice como um processo biológico, eu estou interessado na velhice como um acontecimento estético.
A velhice tem a sua beleza, que é a beleza do crepúsculo.
A juventude eterna, que é o padrão estético dominante em nossa sociedade, pertence à estética das manhãs.
As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria.
Mas o crepúsculo tem um outro tipo de beleza, totalmente diferente da beleza das manhãs.
A beleza do crepúsculo é tranquila, silenciosa – talvez solitária.
No crepúsculo tomamos consciência do tempo.
Nas manhãs o céu é como um mar azul, imóvel.
No crepúsculo as cores se põem em movimento: o azul vira verde, o verde vira amarelo, a amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo – tudo rapidamente.
Ao sentir a passagem do tempo nós apercebemos que é preciso viver o momento intensamente.
Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia.
No crepúsculo sabemos que a noite está chegando.
Na velhice sabemos que a morte está chegando.
E isso nos torna mais sábios e nos faz degustar cada momento como uma alegria única.
(Trecho extraido do texto Quarto de badulaques (XV) publicado no Correio Popular, 29/09/2002).
Espaço by Música
Ao longo da breve caminhada que fazemos, realizamos encontros e reencontros...
Muita vezes não percebemos aqueles que cruzam nosso caminho...
Muitas vezes esquecemos de que um dia já amamos e que continuaremos a amar...
sempre, o amor, só o amor tem a possibilidade de nos levar à evolução!
com o meu carinho de sempre,
Leilah.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Espaço by Curiosidades
No dia 03 de agosto se comemora todos os profissionais que dominam a técnica do tingimento, da lã, juta, algodão, seda etc. Essa arte é tão antiga quanto a humanidade, acredita-se que foi descoberta por acaso, talvez, por causa de alguma mancha acidental.
O certo é que a possibilidade de alterar as cores e brincar com seus matizes sempre aguçou a criatividade do ser humano. No Egito, há mais de seis mil anos antes de Cristo, as roupas tingidas pelas cores vibrantes eram privilégios dos faraós e sacerdotes, estabelecendo uma divisão de castas sociais.
As mulheres e homens usavam pinturas no rosto e nos cabelos, extraídas de raízes e cascas de árvores, misturadas com óleos e gorduras especiais que lhes davam consistência e durabilidade. Essas técnicas foram difundidas pelas margens do Nilo e ultrapassaram as fronteiras do continente, se mesclaram com às já conhecidas pelos outros nativos e assim foram disseminadas por todos os povos do mundo.
Sabemos também que através das combinações das cores e tipos de técnicas de tinturaria são reconhecias muitas civilizações e suas etnias. Esse dia foi escolhido para comemorar os tintureiros por ser o dia de sua padroeira, Santa Lídia, canonizada pelo papa Baronio em 1607. Ela foi uma das primeiras cristãs na Europa. Judia comerciante de púrpura, converteu-se ao cristianismo, batizada por São Paulo. Sua cidade, Tiatira, na Ásia, se notabilizou pelos famosos tecidos de púrpura e pela indústria de tinta de fios.
A evolução da humanidade trouxe modernidade às técnicas que foram adaptadas à novos processos industriais. A partir do início deste século, devido a maior facilidade, tempo e menor custo no tingimento químico, foram introduzidos os corantes sintéticos, que praticamente substituíram os tingimentos com corantes naturais.
Os profissionais técnicos das várias seções produtivas da indústria da tinturaria são: encarregados, quadros médios, chefes-de-turno e técnicos de laboratório. Têm formação acadêmica, com conhecimentos específicos e complementares na área de tinturaria de fio, aprofundando conceitos que lhes permitem relacionar o tipo de bobinagem, maquinaria utilizada e processo de tingimento com a fibra a tingir.
Atualmente o processo industrial de tingimento é oferecido pelas compactas "Lavanderias/Tinturarias" que reciclam roupas usadas e à preços acessíveis à população. Nesse caso o tingimento é feito através de sistema moderno com máquinas desenvolvidas especialmente para este fim, oferecendo um resultado de alta qualidade e confiabilidade. No caso do jeans, por exemplo, após um processo especial, ele poderá receber uma das trinta cores do mostruário que a pessoa pode optar.
O resultado final é de uma peça impecável de visual novo e a um preço até cinco vezes menor de um jeans novo de marca. Os donos desses pequenos estabelecimentos são os vanguardistas dos primeiros tintureiros, e recebem as homenagens hoje também.
Fonte: www.trabalhonota10.com.br
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Refletindo a Vida...
EQUACIONANDO O PROBLEMA MATEMÁTICO DA IDADE:
Idade+Alegria no dia-a-dia+Maturidade+Saúde+Serenidade =
Felicidade pelas cidades em que atravessas, num mergulho num mundo as avessas.
A idade vai chegando ao tempo em que a beleza interior não cessa.
Felicidade é algo que significa presença viva, gente querida em tua lida.
Na medida em que te preenches de entusiasmo com a própria vida.
Felicidade crescendo além da tua idade e as pessoas encantadas, sentindo-se por ela imensamente contagiadas.
Felicidade alicerçando lentamente através da idade a majestosa maturidade.
Felicidade estruturando suavemente a encantadora e sóbria serenidade.
Felicidade na felicidade do outro,
Felicidade contribuindo para nós outros.
Felicidade que nos coloca em unidade com um Deus único de grandiosa bondade.
Felicidade que nos coloca além da singularidade de qualquer idade.
Imagem:
Darci e Cleide, saudades eternas, sogros queridos.
Fragmentos Poéticos...
"Não importa se a estação do ano muda...
Se o século vira, se o milênio é outro.
Se a idade aumenta...
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela."
Fernando Pessoa
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Refletindo...
Extraído do documentário JANELA DA ALMA de João Jardim e Walter
Carvalho (Brasil, 2001).
"Eu não quero dizer que cada um é conforme nasce - não vou a esse ponto.
Mas, talvez devêssemos ponderar por que algumas pessoas resistem ao comportamento digamos universal - o modo de comportasse mais geral - e outras não?
Por que algumas pessoas mantêm uma atitude crítica em relação às coisas?
Por que algumas pessoas acham que não é por fato das coisas serem novas ou modernas que elas são necessariamente boas?
Isto não é defender o antigo... é simplesmente considerar que não tem nenhuma razão para acreditar que no momento em que estou a viver é o momento em que todas as coisas que se estão a fazer - as de agora e as que vão ter efeitos no futuro - são as únicas e as melhores que poderiam estar a ser feitas e a ser pensadas, imaginadas e aplicadas.
Não tenho qualquer razão para isso, pelo contrário, tenho muitas razões que me dizem que nos tomamos por um caminho errado."
Por JOSÉ SARAMAGO


