... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!
Ida Hannemann de Campos, nasceu em 1922, em Curitiba, pertenceu à escola de Guido Viaro e dedica-se ao desenho, pintura e tapeçaria. Possui muitas obras premiadas e participações em exposições nacionais e internacionais, suas obras integram diversos acervos de museus e coleções particulares.
Dona Ida é moradora do bairro Bom Retiro, onde reside desde tenra idade, descobriu muito cedo sua tendência artística, ao desenhar na terra, quadrados e figuras para brincar. Conversar com ela é viver novamente, suas estórias são as verdadeiras histórias de vida. Sua experiência e maturidade são passadas para cada um de nós com emoção e alegria. Poder passar com ela uma manhã, uma tarde é embarcar em uma viagem de sonho e fantasia.
A artista plástica tem uma memória incrível e sempre se curva diante da natureza. Sua casa possui um lindo quintal e estar por lá, conhecer seu atelier é conviver com tudo isso. Perceber os pássaros e ouvir seu canto, caminhar pela grama entre algumas árvores de fruto, limoeiros, tangerineiras, pitangueiras e muitos arbustos, repleto de verde. Flores dentro e fora de casa. Ou apenas tomar um copo de suco com muita clorofila; preparado com muito carinho e também experimentar e trocar uma saborosa receita de Pão de Ló.
Assim tem sido a vida desta consagrada artista que integra um coletivo de artistas plásticos do Paraná, seu nome é obrigatório em todos dicionários de Arte Brasileira. Ida é uma destas raras artistas que retrata a cidade de Curitiba.
Exposição Um olhar feminino,
de Ida Hannemann de Campos
Mais de seis décadas de produção da consagrada artista plástica curitibana Ida Hannemann de Campos está em cartaz na capital. No átrio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, é possível visitar a exposição Um olhar feminino, composta de desenhos, pinturas, cerâmicas e tapeçarias de autoria de Ida, que hoje está com 88 anos de idade.
“A exposição é uma homenagem a todas as artistas plásticas de relevância à cultura do Paraná. Ida tem uma trajetória artística de grande importância para o estado e que serve de exemplo.
Ela foi a primeira mulher a realizar uma exposição individual no Paraná, no ano de 1959, na antiga galeria Cocaco, que era um ponto de referência das artes plásticas em Curitiba”, comenta a coordenadora do Sistema Estadual de Museus do Paraná, Eliana Moro Réboli.
Ida iniciou suas atividades artísticas na década de quarenta, pertencendo à escola de Guido Viaro, e ainda se encontra em plena atividade. Atualmente, ela trabalha com pesquisas e realiza produções em ateliê próprio, experimentando diversas formas de expressão através da arte. “Ida nunca parou de produzir. Mesmo depois que casou, também na década de quarenta, e teve filhos, não deixou de trabalhar”.
A artista tem painéis em importantes pontos da capital, como no Asilo São Vicente de Paulo (1996) e na biblioteca da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1994).
Além disso, é autora de muitas obras premiadas, que integram acervos de museus e coleções particulares, e já participou de diversas exposições nacionais e internacionais.
Até 21 de maio, no átrio da Secretaria de Estado da Cultura (Rua Ébano Pereira, 240). De segunda à sexta-feira, das 9h às 18h. Entrada franca.
Eu sou o brilho dos teus olhos ao me olhar Sou o teu sorriso ao ganhar um beijo meu Eu sou teu corpo inteiro a se arrepiar Quando em meus braços você se acolheu
Eu sou o teu segredo mais oculto Teu desejo mais profundo, o teu querer Tua fome de prazer sem disfarçar Sou a fonte de alegria, sou o teu sonhar
Eu sou a tua sombra, eu sou teu guia Sou o teu luar em plena luz do dia Sou tua pele, proteção, sou o teu calor Eu sou teu cheiro a perfumar o nosso amor
Eu sou tua saudade reprimida Sou o teu sangrar ao ver minha partida Sou o teu peito a apelar, gritar de dor Ao se ver ainda mais distante do meu amor
Refrão: Sou teu ego, tua alma Sou teu céu, o teu inferno a tua calma Eu sou teu tudo, sou teu nada Minha pequena, és minha amada Eu sou o teu mundo, sou teu poder Sou tua vida, sou meu eu em você
titulo original: (Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain)
lançamento: 2001 (França)
direção: Jean-Pierre Jeunet
Audrey Tautou (Amélie Poulain)
Mathieu Kassovitz (Nino Quincampoix)
Rufus (Raphael Poulain)
Yolande Moreau (Madeleine Wallace)
Artus de Penguern (Hipolito)
Urbain Cancelier (Collignon)
Maurice Bénichou (Dominique Bretodeau)
Dominique Pinon (Joseph)
Claude Perron (Eva)
Michel Robin (Pai de Collignon)
Isabelle Nanty (Georgette)
Clotilde Mallet (Gina)
Claire Maurier (Suzanne)
Serge Merlin (Dufayel)
James Debbouze (Lucien)
Lorella Cravotta (Amandine Poulain)
Flore Guiet (Amélie Poulain - 8 anos)
O filme conta a história de Amélie, uma menina que cresceu isolada das outras crianças. Isso porque seu pai achava que Amélie possuia uma anomalia no coração, já que este batia muito rápido durante os exames mensais que o pai fazia na menina. Na verdade, Amélie ficava nervosa com este raro contato físico com o pai. Por isso, e somente por isso, seu coração batia mais rápido que o normal. Seus pais, então, privaram Amélie de freqüentar escola e ter contato com outras crianças. Sua mãe, que era professora, foi quem a alfabetizou até falecer quando Amélie ainda era menina. Sua infância solitária e a morte prematura de sua mãe influenciaram fortemente o desenvolvimento de Amélie e a forma como ela se relacionava com as pessoas e com o mundo depois de adulta.
Após sua maioridade, mudou-se do subúrbio para o bairro parisiensede Montemartreonde começou a trabalhar como garçonete. Certo dia, encontra no banheiro de seu apartamento uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador do apartamento. Pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo.
A partir de então, Amélie se engaja na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor. Ela ganha aí um novo sentido para sua existência. Em uma destas pequenas grandes ações ela encontra um homem por quem se apaixona à primeira vista. E então seu destino muda para sempre…
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.
Em destaque uma das músicas que compõem a trilha do filme, Die fabelhafte Welt der Amelie - J'Y Suis Jamais Allé por Yann Tiersen. Um dos meus filmes preferidos, vale pela reflexão sobre a vida...para quem gostar, existe uma série que se baseia no filme, apenas no enredo dele. Pushing Daisies, a série passa na Warner Channel no Brasil, Leilah.
Estátuas e cofres E paredes pintadas Ninguém sabe o que aconteceu Ela se jogou da janela do quinto andar Nada é fácil de entender.
Dorme agora: É só o vento lá fora. Quero colo Vou fugir de casa Posso dormir aqui Com vocês? Estou com medo tive um pesadelo Só vou voltar depois das três.
Meu filho vai ter Nome de santo Quero o nome mais bonito.
Refrão: É preciso amar as pessoas Como se não houvesse amanhã Porque se você parar pra pensar, Na verdade não há.
Me diz por que o céu é azul Me explica a grande fúria do mundo São meus filhos que tomam conta de mim
Eu moro com a minha mãe Mas meu pai vem me visitar Eu moro na rua, não tenho ninguém Eu moro em qualquer lugar Já morei em tanta casa que nem me lembro mais Eu moro com meus pais.
Refrão: É preciso amar as pessoas Como se não houvesse amanhã Porque se você parar pra pensar, Na verdade não há.
Sou uma gota d'água Sou um grão de areia Você me diz que seus pais não entendem Mas você não entende seus pais. Você culpa seus pais por tudo E isso é absurdo São crianças como você. O que você vai ser Quando você crescer
Tão atual e tão propícia esta mensagem do Legião Urbana,
Poeta, jornalista, cientista político, colunista da Factual/Broadcast da Agência Estado,publicou Poemas do Front Civil (7Letras, RJ, 2006). Publicou também poemas e contos em revistas brasilienses, como Bric-a-Brac, nas antologias Poemas, do Coletivo de Poetas do DF (1990) e Candieiro, coletânea de contos de escritores gaúchos (1976). É autor do ensaio Decisão Liminar - A Judicialização da Política no Brasil (Editora Plano, Brasília/DF, 2001).