segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Feliz Dia do Professor!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Feliz Dia dos Professores!
palavras são insuficientes para expressar a real diferença que você faz na vida de tantas pessoas, portanto, em mais uma mensagem que você recebe hoje quero lhe dizer o quanto é importante a sua presença, as suas palavras, o seu saber, o seu aprender, os seus sentimentos, a sua força e coragem de viver e acreditar na educação!
lembro sempre de quem passou pelo meu caminho, com profundo carinho, respeito e admiração,
felicidades, com o meu carinho de sempre,
Leilah.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Refletindo...
De alguma forma continuamos a viver
Naqueles cujos olhos aprenderam
a ver o mundo
Pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre jamais...
Entendo assim
A tarefa primeira do educador:
Dar aos alunos a razão para viver”.
RUBEM ALVES
sábado, 23 de janeiro de 2010
Refletindo...
"Ensinar
é um exercício
de imortalidade.
De alguma forma
continuamos a viver
naqueles cujos olhos
aprenderam a ver o mundo
pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre
jamais..."
Rubem Alves
terça-feira, 7 de julho de 2009
Espaço Educação
A educação, a escola e a família
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadí-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).
19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
22. Pais e mães não podem se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
*Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08.
O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.
1º- lugar: Sigmund Freud;
2º- lugar: Gustav Jung;
3º- lugar: Içami Tiba.
"Mesmo que eu fale a lingua dos anjos sem amor eu nada seria!!!"
Renato Russo
domingo, 14 de outubro de 2007
SER PROFESSOR...

Ser professor é ser artista
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo...
É ser mãe, pai, irmã, avó,
é ser palhaço, bagaço...
É ser ciência e paciência...
É ser informação.
É ser ação, é ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
Incompreendido? ...Muito.
Defendido? Nunca.
O seu filho passou?...
Claro, é um génio.
Não passou?
O professor não ensinou.
Ser professor
é um vício ou vocação?
É outra coisa...
É ter nas mãos o mundo de amanhã.
Amanhã.
Os alunos vão-se...
E ele, o mestre, de mãos vazias,
fica com o coração partido.
Recebe nova turmas,
novos olhinhos ávidos de cultura
e ele, o professor, vai despejando
com toda a ternura, o saber, a orientação
nas cabecinhas novas que amanhã
luzirão no firmamento da pátria
Fica a saudade
A amizade.
O pagamento real?
Só na eternidade.
Espaço Cinema

Por: Ícaro Ripari
O filme conta a história de um dedicado professor de uma exclusiva escola preparatória que entra em choque com um de seus alunos.
Uma envolvente e cativante trama caracteriza "O Clube do Imperador". Apesar de abordar um assunto digamos que "comum", o filme o faz com extrema competência e atitude, fazendo com que diferentes sentimentos sejam despertados no espectador ao se deparar com marcantes lições de vida.
"O Clube do Imperador" é exatamente o tipo de filme que apresenta lições de vida inesquecíveis de maneiras surpreendentes. Baseado no livro escrito por Ethan Canin, o filme traz a história do professor de história William Hundert, um homem de impecável competência e caráter apaixonado por História e pelo seu trabalho.
Ele leciona em St. Benedict's, uma escola preparatória apenas para garotos e, ainda por cima, da mais rica classe da sociedade. Hundert, acima de tudo, é mais do que um simples professor. Seu intuito é ensinar seus alunos a viverem. Através de filósofos, antigos imperadores, pensadores e fatos históricos, o professor passa os dias proporcionando momentos muito mais do que acadêmicos. Essa rotina continua até a chegada de um rico e mimado garoto chamado Sedgewick Bell, filho de um influente senador dos EUA.
Inicialmente, o jovem confronta as idéias e posicionamentos de Hundert. No entanto, a situação começa a fugir do controle do professor, que tenta tomar as rédeas novamente motivando o astuto garoto a estudar e se esforçar mais.
Acreditando na capacidade de Bell, o professor acompanha uma envolvente ascensão do jovem aluno academicamente. Porém a decepção parece tornar-se cada vez maior quando a confiança de Hundert aumenta e acaba sendo subestimada.
O filme conta com um envolvente e interessante roteiro, que desenvolve fatos curiosos e que mexem com os sentimentos do espectador a ponto de uma contradição de emoções ser decorrente das cenas que envolvem o professor Hundert, o arrogante Sedgewick e todo o restante das personagens. O roteirista Neil Tolkin consegue inclusive manter a trama em alta, jogando-a para 25 anos no futuro, onde novamente os conflitos são abordados e chegam ao seu ápice. Inevitavelmente, as personalidades das personagens por si só não só justificam as atitudes tomadas em determinadas situações como também conduzem a trama ao seu desfecho que, de maneira sutil, comove e surpreende.
A finalização da história satisfaz literalmente por não abordar tanto a idéia de mudanças de caráter e superação dos erros cometidos. Um erro de um professor extremamente competente e de bom caráter e a arrogância de um garoto mimado e rico permanecem evidentes até o final do filme e sendo cada vez mais evidentes, encontrando seu ápice também no reencontro das duas personagens e do grupo de alunos da escola.
Vale ainda ressaltar a excelente pesquisa cultural feita e retratada no filme, que aborda muitos contextos históricos interessantes, além de ser primoroso a maneira como Tolkin desenvolve algumas deixas que são solucionadas no final do filme.
Como exemplo, é muito inteligente a abordagem incessante de termos usados anteriormente no longa (como a placa na sala de aula no início do filme) que voltam a ser repetidos e, principalmente, a moral da história estar diretamente relacionada com o lema do colégio ("O fim depende do começo").
Fonte e Imagem: cinemacomrapadura.com/
