... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fragmentos Poéticos...



As Rosas

Machado de Assis


Rosas que desabrochais,

Como os primeiros amores,

Aos suaves resplendores

Matinais;


Em vão ostentais, em vão,

A vossa graça suprema;

De pouco vale; é o diadema

Da ilusão.


Em vão encheis de aroma o ar da tarde;

Em vão abris o seio úmido e fresco

Do sol nascente aos beijos amorosos;

Em vão ornais a fronte à meiga virgem;

Em vão, como penhor de puro afeto,

Como um elo das almas,

Passais do seio amante ao seio amante;

Lá bate a hora infausta

Em que é força morrer; as folhas lindas

Perdem o viço da manhã primeira,

As graças e o perfume.


Rosas que sois então? – Restos perdidos,

Folhas mortas que o tempo esquece, e espalha

Brisa do inverno ou mão indiferente.

Tal é o vosso destino,

Ó filhas da natureza;

Em que vos pese à beleza,

Pereceis;


Mas, não... Se a mão de um poeta

Vos cultiva agora, ó rosas,

Mais vivas, mais jubilosas,

Floresceis.


sábado, 9 de outubro de 2010

Para Refletir...




"... sábio, o eterno poeta, a nos fazer refletir..."
Leilah



segunda-feira, 26 de julho de 2010

Refletindo...

"O homem que antes, poeta, endeusava os seus sentimentos e os adorava, jogou fora os sentimentos, obstáculo não só inútil, mas também danoso, e tendo se transformado em sábio e ilustre, pôs-se a fabricar de ferro, de aço, as suas divindades e delas tornou-se servo e escravo."


(Pirandelo,1990:20)



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Homenagem ao Poeta


ARIOSTO TEIXEIRA

Poeta, jornalista, cientista político, colunista da Factual/Broadcast da Agência Estado,publicou Poemas do Front Civil (7Letras, RJ, 2006). Publicou também poemas e contos em revistas brasilienses, como Bric-a-Brac, nas antologias Poemas, do Coletivo de Poetas do DF (1990) e Candieiro, coletânea de contos de escritores gaúchos (1976). É autor do ensaio Decisão Liminar - A Judicialização da Política no Brasil (Editora Plano, Brasília/DF, 2001).

Fonte: http://www.antoniomiranda.com.br/



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Refletindo...

Privar um poeta de sua língua é roubar-lhe a metade da alma.

Joaquim Nabuco


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Refletindo...

"Sou poeta, e exatamente por isso
é que sou interessante."

VLADÍMIR MAIAKÓVSKI


quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Minhas Composições

"Quando o poeta escreve...
escreve pra expressar,
abre seu coração pra aliviar...
a dor que se instala,
e pra tentar curar a alma
que sente!"

Leila
out/2007