... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Espaço by Música




Olhos Negros
Michel Teló

Iê larauê lê rarauê lê raraueê lê rarauê

O que há, escondido.
Por trás desses olhos teus.
Não há nada, percebido.
Diante do sorriso meu.
Sorriso perfeito da boca de quem se beija.
Os olhos escuros da noite de quem se vê.
Certeza, de nada na vida tenho certeza.
Mas, quero passar minha vida com você.

Refrão:
Tira o véu, dos seus olhos.
E faz o meu mundo parar.
Tira o véu, dos seus olhos.
Eu preciso te enxergar.
Tira o véu, dos seus olhos.
E faz o meu mundo parar.
Tira o véu, dos seus olhos.
Eu preciso te enxergar.

Ê rarauê ê rarauê lê rarauê lê rarauê

Sorriso perfeito da boca de quem se beija.
Os olhos escuros da noite de quem se vê.
Certeza, de nada na vida tenho certeza.
Mas, quero passar minha vida com você.

Refrão:
Tira o véu, dos seus olhos.
E faz o meu mundo parar.
Tira o véu, dos seus olhos.
Eu preciso te enxergar.
Tira o véu, dos seus olhos.
E faz o meu mundo parar.
Tira o véu, dos seus olhos.
Eu preciso te enxergar.

Lê rarauê lê rarauê lê raraueê lê rarauê

Fontes:
www.youtube.com
www.vagalume.com.br




sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fragmentos Poéticos...



As Rosas

Machado de Assis


Rosas que desabrochais,

Como os primeiros amores,

Aos suaves resplendores

Matinais;


Em vão ostentais, em vão,

A vossa graça suprema;

De pouco vale; é o diadema

Da ilusão.


Em vão encheis de aroma o ar da tarde;

Em vão abris o seio úmido e fresco

Do sol nascente aos beijos amorosos;

Em vão ornais a fronte à meiga virgem;

Em vão, como penhor de puro afeto,

Como um elo das almas,

Passais do seio amante ao seio amante;

Lá bate a hora infausta

Em que é força morrer; as folhas lindas

Perdem o viço da manhã primeira,

As graças e o perfume.


Rosas que sois então? – Restos perdidos,

Folhas mortas que o tempo esquece, e espalha

Brisa do inverno ou mão indiferente.

Tal é o vosso destino,

Ó filhas da natureza;

Em que vos pese à beleza,

Pereceis;


Mas, não... Se a mão de um poeta

Vos cultiva agora, ó rosas,

Mais vivas, mais jubilosas,

Floresceis.


Fragmentos Poéticos...

Não Aconteceu

Carlos Assis


Não aconteceu

Quem viu viveu

Passou em branco

Na rua da amargura

Salgado e doce


Tantas aspirações

Desabaram em tempestades

Sombras negras sobre o mar

Não aconteceu

Pano encharcado/limpando o chão


Conexões que se desconectaram

Linhas ocupadas

Telefones desligados

Abraços perdidos no ar

Ensaios de beijos no escuro.



terça-feira, 7 de setembro de 2010

Fragmentos Poéticos...

"Há quem dê cores e luzes às palavras,

quem desenhe numa folha de papel

como acariciasse o corpo da sua amada,

quem escreva como sentisse

tocar as sensações do seu corpo,

quem escreva poemas delirantes depois do beijo...

num anseio de alcançar melodias

e canções repletas de ternura, com enlevo.

Também há quem não goste de poemas..."


S. Kremer, setembro/2010


sábado, 24 de outubro de 2009

Fragmentos Poéticos


“Ao coração que sofre, separado

Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,

Não basta o afeto simples e sagrado

Com que das desventuras me protejo.

Não me basta saber que sou amado,

Nem só desejo o teu amor: desejo

Ter nos braços teu corpo delicado,

Ter na boca a doçura de teu beijo.

E as justas ambições que me consomem

Não me envergonham: pois maior baixeza

Não há que a terra pelo céu trocar;

E mais eleva o coração de um homem

Ser de homem sempre e, na maior pureza,

Ficar na terra e humanamente amar”.


Olavo Bilac




sábado, 24 de março de 2007

Bom Final de Semana!





Imagem: fotomontagem by Monica