domingo, 9 de fevereiro de 2014
Fragmentos Poéticos
No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...
- Mario Quintana -
sábado, 15 de dezembro de 2012
Fragmentos poéticos...
"O que mata um jardim não é o abandono.
O que mata um jardim é esse olhar
de quem por ele passa indiferente."
sábado, 13 de outubro de 2012
Refletindo...
"Maravilhas nunca faltaram ao mundo, o que sempre falta é a capacidade de
senti-las e admirá-las."
Mário Quintana
domingo, 19 de agosto de 2012
Para Refletir...
"Amizade é quando o silêncio a dois não se torna incômodo."
Mario Quintana
terça-feira, 10 de julho de 2012
Fragmentos Poéticos
Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro.
Mário Quintana
terça-feira, 26 de junho de 2012
Refletindo...
"Maravilhas nunca faltaram ao mundo, o que sempre falta é a capacidade de senti-las e admirá-las."
Mário Quintana
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Fragmentos Poéticos...
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Refletindo...
sábado, 10 de setembro de 2011
Fragmentos Poéticos
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Fragmentos Poéticos...
INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA
A vida é um incêndio: nela dançamos,
salamandras mágicas
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...
Mário Quintana
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Fragmentos Poéticos...
Somos donos de nossos atos, mas não donos de nossos sentimentos;
domingo, 31 de julho de 2011
Refletindo...
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Fragmentos Poéticos...

‘A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,pois a única falta que terá,será desse tempo que infelizmente não voltará mais.’
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Fragmentos Poéticos...
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
que a esperança posssa fortalecer a vontade de viver um Novo Ano!
com o meu carinho carinho de sempre,
Leilah


