quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Refletindo...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Refletindo: 7 de Setembro!

Acorda Brasil!
Se a coisa está desse jeito é porque deixamos, permitimos, nos omitimos, não vemos importância...
Vamos aproveitar este dia de descanso, na esticada do final de semana, e refletir sobre a independência!
Independência do quê, de quê, de quem, pra quê?
Pra onde caminhamos? Juntos ou sozinhos?
Já se passaram 187 anos!
O que nos move? O que queremos para as futuras gerações?
O que podemos fazer?
É mais do que hora de acordar, levantar e agir!
A educação com a sua parcela de colaboração poderia incluir nos currículos e programas das instituições não tão somente a transmissão de valores, mas de um valor essencial para o momento que se vive no mundo de hoje, a capacidade imaginativa.
Onde o indivíduo aprimore esta capacidade imaginativa, mas não fique só no virtual, que na construção dos conhecimentos que apreende dentro do espaço educativo e articulando com os demais conhecimentos apreendidos nos grupos sociais que atua possa fazer a concretude de suas ações, dos seus projetos de vida, e fazer a idealidade da vida!
“Imagi-Nação”, uma faculdade humana, que através da inteligência, da vontade, da afetividade são mobilizadas nos exercícios de aprender, conviver, fazer, saber, sentir e ser, favorecendo desta forma uma experiência que integra a pessoa como um todo, envolvendo todos os seus dinamismos. Formando através desta capacidade em cada indivíduo co-participante desta sociedade uma imagem da nação brasileira que está contida na América Latina do planeta Terra.
Dignidade e Esperança!
Com o carinho de sempre,
Leilah,
set/2009
sábado, 31 de março de 2007
Refletindo...

É preciso agir!
Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte,
vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933,
símbolo da resistência aos nazistas.
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Parodiando o pastor protestante Martin Niemöller,
símbolo da resistência nazista:
"Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,
Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;
Depois fecharam ruas, onde não moro;
Fecharam então o portão da favela, que não habito;
Em seguida arrastaram até a morte uma criança,
que não era meu filho..."
Claudio Humberto, 09/02/2007
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Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.
É PRECISO AGIR
Bertold Brecht (1898-1956)
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Mas o primeiro deles, foi Maiakovisky - poeta
russo "suicidado" após a revolução de Lenin -
que escreveu ainda no início do século XX:
Um passeio com Maiakovisky
Na primeira noite
eles se aproximam
e colhem uma flor
de nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite,
já não se escondem :
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles,
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a lua, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz
da garganta.
E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.
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Tudo que os outros disseram foi depois de ler Maiakovisky.
Incrível é que após mais de cem anos dessa lição, ainda nos
encontremos tão desamparados, inermes, e submetidos aos
caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que
vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e deixam aos
cidadãos os ossos roídos e o direito ao silêncio:
"porque a palavra, há muito se tornou inútil".
E aí?...o que eu, você nós estamos fazendo?...