... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!
Há coisas nessa vida passageira que nos tocam E não se esquece mais O sol brilhando a pino, revelando o destino Que eu sempre quis de paz
O silêncio da montanha Que acompanha feito cúmplice O céu por trás do olhar As águas pardacentas refletindo uma saudade Que nunca vai passar
Eu hoje acordei pensando em você E já bem sei ao certo o que fazer Eu hoje vou dormir sonhando em te ver Pois tudo faz lembrar de um nunca te esquecer
Se agora a distância nos separa Meu querer não se compara Sei que ele vai além E quando eu fito o azul do firmamento Sinto que nesse momento Os seus olhos vão lembrar também
Por isso não se entregue, não se avexe Se a recordação remexe e faz doer o coração Porque minha canção será o caminho Em que o amor vai de mansinho
“(...) encontramo-nos no gigantesco cosmos em expansão, constituído de bilhões de galáxias e de bilhões e bilhões de estrelas.
Aprendemos que nossa Terra era um minúsculo pião que gira em torno de um astro errante na periferia de pequena galáxia de subúrbio.
As partículas de nossos organismos teriam aparecido desde os primeiros segundos de existência de nosso cosmo há (talvez?) quinze bilhões de anos;
Nossos átomos de carbono formaram-se em um ou vários sóis anteriores ao nosso;
Nossas moléculas agruparam-se nos primeiros tempos convulsivos da Terra;
Estas macromoléculas associaram-se em turbilhões dos quais um, cada vez mais rico em diversidade molecular, se metamorfoseou em organização de novo tipo, em relação à organização estritamente química: uma auto-organização viva.
A epopeia cósmica da organização, continuamente sujeita às forças da desorganização e da dispersão, é também a epopeia da religação que, sozinha, impediu que o cosmos se dispersasse ou se desvanecesse ao nascer. No seio da aventura cósmica, no ápice do desenvolvimento prodigioso de um ramo singular da auto-organização viva, prosseguimos a aventura à nossa maneira.
(...) Nós, os seres vivos, somos um elemento da diáspora cósmica, algumas migalhas da existência solar, um diminuto broto da existência terrena.(...)”
Morin, Edgar. Trecho da obra “Os sete saberes necessários à educação do futuro". Editora Cortez, 2001.
Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito. O vento da vida pôs-te ali. A princípio não te vi: não soube que ias comigo, até que as tuas raízes atravessaram o meu peito, se uniram aos fios do meu sangue, falaram pela minha boca, floresceram comigo.
"Os homens de minha geração demonstraram que está ao alcance do engenho humano conduzir a humanidade ao suicídio.
Espero que a nova geração comprove que também está ao alcance do homem abrir caminho de acesso a um mundo em que prevaleçam a compaixão, a felicidade, a beleza e a solidariedade".
Se educarmos pessoas que não partam da crença na existência de uma única teoria certa, mas que tenham sido formadas no confronto de linguagens, de teorias, enfoques e abordagens, sabendo que cada uma dessas ferramentas de pensar está dotada de qualidades, mas também de limitações, teremos diante de nós uma geração de pessoas mais aptas a lidar com o que é mutável no conhecimento e no mundo.
É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou.
Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou.
É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel.
É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.
Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras.
Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força.
agradeço por cada um de vocês terem sido a motivação em minha vida neste ano de 2011!
A vida profissional exerce influência sobre a vida pessoal e vice-versa, então estamos sempre realizando aprendizado.
Com todos vocês aprendi, e reafirmei minha crença na educação e renovo meus propósitos para 2012!
Sinto que cada um de nós é força motivadora para cada pessoa a nossa volta em qualquer que seja o ambiente, através de nossas ações, palavras e emoções, é isto que constrói o autoconhecimento.
Espero ter podido colaborar com a motivação na vida de vocês de qualquer que tenha sido a expressão da minha amizade verdadeira, do meu carinho e do meu profundo respeito pela pessoa que cada um é!
Tenham a certeza que minha motivação maior é a vontade de fazer o bem e poder me transformar a cada dia.
Pela primeira vez, físicos criam emaranhamento quântico, estranha ligação entre duas partículas, em um objeto sólido e visível, o diamante. O feito nos deixa mais próximos dos computadores quânticos, que teriam uma supercapacidade de processamento.
Por: Sofia Moutinho
Publicado em 01/12/2011 | Atualizado em 01/12/2011
Equipe internacional de físicos consegue criar emaranhamento quântico entre partículas de dois diamantes, material sólido e visível a olho nu. (foto: Steven Depolo/ Flickr – CC-BY-2.0)
Físicos do Canadá, Inglaterra e Singapura conseguiram o feito inédito de criar um emaranhamento quântico, à temperatura ambiente, em objetos sólidos e visíveis a olho nu: dois diamantes de três milímetros de largura. Até então, esse fenômeno só tinha sido observado e induzido em objetos microscópicos.
O emaranhamento quântico é um dos misteriosos processos da física pelo qual duas partículas separadas e distantes se conectam 'fantasmagoricamente' formando um só sistema, de modo que as informações e características de cada uma delas deixam de ser individuais e passam a ser compartilhadas.
No emaranhamento, não é possível conhecer inteiramente as propriedades de uma partícula em separado, mas somente das duas em conjunto. “É como um casamento ideal”, compara o físico Paulo Nussenzveig, da Universidade de São Paulo (USP). “Não conseguimos falar somente do marido ou da esposa, mas sim do casal, pois um é totalmente dependente do outro, idealmente, se tornam inseparáveis.”
Estudiosos de todo o mundo acreditavam que esse fenômeno, previsto por Einstein em 1935 e observado em nuvens formadas por partículas microscópicas desde a década de 1970, também poderia acontecer em sólidos macroscópicos, geridos pelas leis clássicas da física. Mas o grupo internacional de físicos é o primeiro a demonstrar isso em artigo publicado na Science desta semana.
Os físicos usaram feixes de raios laser ultraenergéticos para gerar o emaranhamento entre fônons (quase-partículas que carregam vibração) de dois diamantes distantes 15 cm um do outro. Ao serem atingidos pelo feixe de laser simultaneamente, os fônons presentes nos diamantes foram excitados e se mantiveram emaranhados por sete picosegundos, o equivalente a um segundo dividido por 7 bilhões.
Os físicos criaram o emaranhamento ao bombardear com laser, simultaneamente, dois diamantes. Ao final do processo o detector identificou apenas um fóton emitido, o que comprovou o sucesso da experiência. (ilustração: Sofia Moutinho)
Para confirmar o emaranhamento, os cientistas mediram os fótons emitidos no processo – quando um fônon é excitado, ele libera fótons. Os cientistas observaram que o experimento resultou na emissão de apenas um fóton pelos dois diamantes, o que significa que eles estavam unidos pelo emaranhado quântico, formando um só objeto.
“Nosso detector registrou um fóton, que pode ter vindo de qualquer um dos dois diamantes em que um fônon foi excitado”, diz um dos físicos envolvidos na pesquisa, Ian Walmsley, da Universidade de Oxford, Inglaterra. “A indistinguibilidade entre essas duas possibilidades mostra que os dois diamantes compartilharam um fônon, comprovando o emaranhamento quântico.”
Os dois diamantes compartilharam um fônon, comprovando o emaranhamento quântico
Os físicos fizeram isso tudo à temperatura ambiente, o que também é inédito. As experiências anteriores para gerar emaranhamento usavam baixíssimas temperaturas, pois esse fenômeno, muito frágil, se desfaz ao sofrer qualquer interferência do ambiente, como as mudanças causadas pelo calor no arranjo dos átomos.
Não foi à toa que eles escolheram o diamante para o experimento. O material é o mais duro do mundo e por isso vibra em frequências tão altas que ultrapassam o valor das temperaturas que normalmente desfazem o emaranhamento em nuvens de átomos.
“Demonstramos a relevância do contraintuitivo, mas verdadeiro, mundo quântico para o nosso cotidiano, com objetos sólidos e ordinários”, afirma Walmsley. “Embora há muito tempo já se pensasse que átomos e outras partículas podiam se comportar estranhamente, emaranhando-se, essa era uma ideia suficientemente abstrata para que a mecânica quântica fosse ignorada em nosso ambiente diário.”
Informação quântica
O emaranhamento em objetos macroscópicos pode ter importantes implicações para a tecnologia, especialmente para a computação. Se controlado, o fenômeno poderia ser usado para tornar o processamento de informações mais rápido e eficiente. Em vez de usar bits normais, representados por 0 e 1, o computador quântico teria qubits, que além de 0 e 1 poderiam ser a sobreposição dos dois valores.
Os autores da pesquisa apostam no uso de diamantes para criar emaranhamento em chips e memórias de computador
“Qualquer sistema de informação é baseado em correlações, dependemos delas para gerar lógicas condicionais”, explica Paulo Nussenzveig. “As correlações de natureza quântica são muito mais fortes que as correlações clássicas, por isso existe a possibilidade de se ganhar eficiência no armazenamento e processamento de informação usando o emaranhamento.”
Os autores da pesquisa apostam no uso de diamantes para criar o emaranhamento em chips e memórias de computador. No entanto, Nussenzveig ressalta que a criação de computadores quânticos depende de emaranhamentos mais complexos que se mantenham por muito mais tempo do que o atingido no experimento. E isso ainda pode demorar décadas.
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
A escravidão trouxe muita vergonha a todos nós, o tratamento desumano e humilhante aplicados aos nossos irmãos ainda acompanham nossas vidas. O ódio, ressentimento e uma variedade de preconceitos produzidos naquela época, ainda perturbam a paz nos dias de hoje. O poder, a fortuna, as luzes brilhantes do ouro inebriam as mentes que não tem o solo preparado para os verdadeiros tesouros da alma. Assim, novamente a escravidão retorna de uma maneira sutil, envenenando a sociedade e mudando os conceitos de moral e respeito ao próximo.
Voluntariamente somos escravos da beleza, juventude, sucesso, poder, bens materiais... Há seres humanos que sofrem quedas terríveis por conta do orgulho, vaidade, ambição desmedida mas, mesmo com esse sofrimento, preferem a escuridão das senzalas ilusórias da vida.
Somente a sabedoria da vida poderá nos libertar dessa escravidão a qual nos submetemos voluntariamente, mostrando-nos o quanto isso é prejudicial a nossa saúde física, mental e espiritual. Para construir uma vida de alicerces sólidos é essencial quebrarmos essas correntes materialistas e ilusórias. Viver é experiência sublime, é a transformação do ser humano em luz. Avalie a sua trajetória de vida, pergunte a si mesmo se a escravidão ainda faz parte de você. Ainda há tempo de mudar de rota e com liberdade, voltar ao caminho da luz.
Muitas vezes, justificamos situações, pensamentos, atitudes...mas não temos a coragem de perceber que nos permitimos escravizar, ser dominados...e não fazemos transformações efetivais em nossas vidas! Não podemos continuar deixando a vida passar por nós, precisamos passar pela vida fazendo registros, sentindo, aprendendo, sendo, alterando, se libertando.
"A tecnologia acabou gerando pra nós, um turbinamento, uma aceleração no nosso cotidiano, que nos deixa sem tempo para maturar, para meditar, para refletir e nos aproxima rapidamente do perigoso terreno da alienação, ou seja, da ação sem reflexão."
Mario Sergio Cortella
É preciso que utilizemos essa ferramenta para nos levar a caminhos que ampliem nossos conhecimentos através de reflexões que promovam mudança e transformação e não puramente uma "escada onde não nos leve a lugar nenhum, onde fiquemos parado nesta escada". A tecnologia nos possibilita ampliar a nossa visão acerca do mundo, das pessoas e das coisas, portanto isto precisa ter alguma função em nossas vidas, caso contrário, nos alienamos em "mundos virtuais".
“(...) As pessoas nos dizem que o amor não pode ser demonstrado de forma intencional. Como se fosse a maior manipulação a gente elogiar alguém após ele ter feito algo que nos agrada! E ainda mais se temos a intenção de que ele continue nos agradando daquela forma!
... também é freqüente, no senso comum, pensar que o que é bom não precisa ser dito e a demonstração de amor nada deve ter a ver com o comportamento das pessoas, senão é pura manipulação. Que engano! Há sim, muito de valor, aprovação e carinho que devemos dar uns aos outros pelo simples fato de o outro existe; é o afeto positivo incondicional, que aumenta nossa auto-estima. (...)”
CONTE, Fátima C. de S.; BRANDÃO, Maria Z. da S. Falo? Ou não falo? Expressando sentimentos e comunicando idéias. 2.ª ed. rev. ampl. – Londrina: Mecenas, 2007.
O que há, escondido. Por trás desses olhos teus. Não há nada, percebido. Diante do sorriso meu. Sorriso perfeito da boca de quem se beija. Os olhos escuros da noite de quem se vê. Certeza, de nada na vida tenho certeza. Mas, quero passar minha vida com você.
Refrão: Tira o véu, dos seus olhos. E faz o meu mundo parar. Tira o véu, dos seus olhos. Eu preciso te enxergar. Tira o véu, dos seus olhos. E faz o meu mundo parar. Tira o véu, dos seus olhos. Eu preciso te enxergar.
Ê rarauê ê rarauê lê rarauê lê rarauê
Sorriso perfeito da boca de quem se beija. Os olhos escuros da noite de quem se vê. Certeza, de nada na vida tenho certeza. Mas, quero passar minha vida com você.
Refrão: Tira o véu, dos seus olhos. E faz o meu mundo parar. Tira o véu, dos seus olhos. Eu preciso te enxergar. Tira o véu, dos seus olhos. E faz o meu mundo parar. Tira o véu, dos seus olhos. Eu preciso te enxergar.
"A chance de construir um mundo sem violência está na mão dos professores, que criam condições e culturas diferentes dialogarem. O homem com um olhar para o futuro".
"O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão."
De tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que é preciso continuar... A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar... Portanto, devemos: Fazer da interrupção um caminho novo... Da queda um passo de dança... Do medo, uma escada... Do sonho, uma ponte ... Da procura, um encontro... Fernando Pessoa
TEMPO AFORA Fred Martins Composição: Fred Martins / Marcelo Diniz
Onde mora a ternura, onde a chuva me alaga, onde a água mole perfura, dura pedra da mágoa, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora.
Quando o carinho acontece, quando a garoa é macia, e se cura e se esquece, a dor num canto vazio, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora.
Onde a alma se lava, aonde o corpo me leva, onde a calma se espalha, onde o porto me espelha, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora.
Quando me lembro de tudo, quando me visto de nada, e me chove e descubro, quanto você me esperava eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora, eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora
Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar
entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce.
Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do
sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um
pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce
que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá
ser doce, talvez não saiba responder.
Traço de nascença, uma estranha dádiva que, durante temporadas, pra facilitar a própria vida, egoísmo que seja a gente tenta disfarçar de tudo que é maneira que aprende.
Mas não tem jeito, nunca terá, nascer assim é irremediável, o que é preciso é desaprender o medo.”