... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Espaço Ciência



Física quântica a olho nu

Pela primeira vez, físicos criam emaranhamento quântico, estranha ligação entre duas partículas, em um objeto sólido e visível, o diamante. O feito nos deixa mais próximos dos computadores quânticos, que teriam uma supercapacidade de processamento.

Por: Sofia Moutinho

Publicado em 01/12/2011 | Atualizado em 01/12/2011

Física quântica a olho nu

Equipe internacional de físicos consegue criar emaranhamento quântico entre partículas de dois diamantes, material sólido e visível a olho nu. (foto: Steven Depolo/ Flickr – CC-BY-2.0)

Físicos do Canadá, Inglaterra e Singapura conseguiram o feito inédito de criar um emaranhamento quântico, à temperatura ambiente, em objetos sólidos e visíveis a olho nu: dois diamantes de três milímetros de largura. Até então, esse fenômeno só tinha sido observado e induzido em objetos microscópicos.

O emaranhamento quântico é um dos misteriosos processos da física pelo qual duas partículas separadas e distantes se conectam 'fantasmagoricamente' formando um só sistema, de modo que as informações e características de cada uma delas deixam de ser individuais e passam a ser compartilhadas.

No emaranhamento, não é possível conhecer inteiramente as propriedades de uma partícula em separado, mas somente das duas em conjunto. “É como um casamento ideal”, compara o físico Paulo Nussenzveig, da Universidade de São Paulo (USP). “Não conseguimos falar somente do marido ou da esposa, mas sim do casal, pois um é totalmente dependente do outro, idealmente, se tornam inseparáveis.”

Estudiosos de todo o mundo acreditavam que esse fenômeno, previsto por Einstein em 1935 e observado em nuvens formadas por partículas microscópicas desde a década de 1970, também poderia acontecer em sólidos macroscópicos, geridos pelas leis clássicas da física. Mas o grupo internacional de físicos é o primeiro a demonstrar isso em artigo publicado na Science desta semana.

Os físicos usaram feixes de raios laser ultraenergéticos para gerar o emaranhamento entre fônons (quase-partículas que carregam vibração) de dois diamantes distantes 15 cm um do outro. Ao serem atingidos pelo feixe de laser simultaneamente, os fônons presentes nos diamantes foram excitados e se mantiveram emaranhados por sete picosegundos, o equivalente a um segundo dividido por 7 bilhões.

Esquema emaranhamento quântico
Os físicos criaram o emaranhamento ao bombardear com laser, simultaneamente, dois diamantes. Ao final do processo o detector identificou apenas um fóton emitido, o que comprovou o sucesso da experiência. (ilustração: Sofia Moutinho)

Para confirmar o emaranhamento, os cientistas mediram os fótons emitidos no processo – quando um fônon é excitado, ele libera fótons. Os cientistas observaram que o experimento resultou na emissão de apenas um fóton pelos dois diamantes, o que significa que eles estavam unidos pelo emaranhado quântico, formando um só objeto.

“Nosso detector registrou um fóton, que pode ter vindo de qualquer um dos dois diamantes em que um fônon foi excitado”, diz um dos físicos envolvidos na pesquisa, Ian Walmsley, da Universidade de Oxford, Inglaterra. “A indistinguibilidade entre essas duas possibilidades mostra que os dois diamantes compartilharam um fônon, comprovando o emaranhamento quântico.”

Os dois diamantes compartilharam um fônon, comprovando o emaranhamento quântico

Os físicos fizeram isso tudo à temperatura ambiente, o que também é inédito. As experiências anteriores para gerar emaranhamento usavam baixíssimas temperaturas, pois esse fenômeno, muito frágil, se desfaz ao sofrer qualquer interferência do ambiente, como as mudanças causadas pelo calor no arranjo dos átomos.

Não foi à toa que eles escolheram o diamante para o experimento. O material é o mais duro do mundo e por isso vibra em frequências tão altas que ultrapassam o valor das temperaturas que normalmente desfazem o emaranhamento em nuvens de átomos.

“Demonstramos a relevância do contraintuitivo, mas verdadeiro, mundo quântico para o nosso cotidiano, com objetos sólidos e ordinários”, afirma Walmsley. “Embora há muito tempo já se pensasse que átomos e outras partículas podiam se comportar estranhamente, emaranhando-se, essa era uma ideia suficientemente abstrata para que a mecânica quântica fosse ignorada em nosso ambiente diário.”

Informação quântica

O emaranhamento em objetos macroscópicos pode ter importantes implicações para a tecnologia, especialmente para a computação. Se controlado, o fenômeno poderia ser usado para tornar o processamento de informações mais rápido e eficiente. Em vez de usar bits normais, representados por 0 e 1, o computador quântico teria qubits, que além de 0 e 1 poderiam ser a sobreposição dos dois valores.

Os autores da pesquisa apostam no uso de diamantes para criar emaranhamento em chips e memórias de computador

“Qualquer sistema de informação é baseado em correlações, dependemos delas para gerar lógicas condicionais”, explica Paulo Nussenzveig. “As correlações de natureza quântica são muito mais fortes que as correlações clássicas, por isso existe a possibilidade de se ganhar eficiência no armazenamento e processamento de informação usando o emaranhamento.”

Os autores da pesquisa apostam no uso de diamantes para criar o emaranhamento em chips e memórias de computador. No entanto, Nussenzveig ressalta que a criação de computadores quânticos depende de emaranhamentos mais complexos que se mantenham por muito mais tempo do que o atingido no experimento. E isso ainda pode demorar décadas.


Sofia Moutinho
Ciência Hoje On-line


terça-feira, 26 de julho de 2011

Espaço by Música




Somos Luzes!
Cada um no meio que atua,
que vive, que convive, que aprende,
que faz, que sente...
ilumina sempre!
Somos luzes que iluminam caminhos,
pessoas, ações, pensamentos!
Somos!
Com o meu carinho de sempre, esta reflexão para a vida!

Leilah,


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

AMO PESSOAS...



Amo pessoas que acordam no meio da noite, só para escutar o barulhinho da chuva no telhado,elas sabem ouvir o canto de Deus...
Amo pessoas que fazem do presente um caminho para o futuro, com algumas trilhas secundárias e até alguns atalhos, elas entendem de liberdade...
Amo pessoas que escrevem sua história sem ignorar os borrões, mas fazendo deles um lição de vida, elas jamais serão esquecidas...
Amo pessoas que posso chamar de amigos, que vêem mais qualidades que defeitos em mim, elas enfeitam dia a dia o caminho que trilho.
Amo pessoas que sabem conviver, tolerando o que for intolerável, encontrando uma justificativa para resgatar a harmonia, elas entendem de perdão...
Amo pessoas de todas as idades, essas que não sabem a idade que tem, que são, velhos, adolescentes, crianças, elas sabem se encaixar no tempo....
Amo pessoas que quando perdem a fé, engravidam o coração e conseguem parir um novo, para ensinar e aprender, elas sabem que não se perde para nós mesmos...
Amo pessoas que cantam no chuveiro, que olham o espelho, se acham lindas e sorriem para a imagem devolver o sorriso, elas com certeza receberão sorrisos, sem espelho...
Amo pessoas que valorizam riquezas só do espírito e ignoram a miséria das almas, elas entendem que pobre é aquele coitado, que só possui bens materiais.
Amo pessoas que cuidam da natureza, que espalham sementes, plantam árvores e florescem o mundo, elas colherão frutos doces, independente das estações...
Amo pessoas de mãos generosas no doar, no afeto e no oferecer, elas entendem que o presente fica em parte com quem recebe, que fica mais com quem doa...
Amo pessoas que não tem medo de se arriscar, de mudanças, de finais nem recomeço. Elas jamais dirão: Como seria, se eu tivesse tido coragem...
Amo pessoas que ficam olhando o horizonte de bobeira, que deitam na grama para olhar nuvens passar ou contar estrelas , elas conhecem e muito, de paz....
Amo pessoas que não gostam de julgar, gente preguiçosa que legam a Deus essa tarefa, elas sabem que Ele resolve tudo, no tempo Dele e não no delas....
Amo pessoas que misturam pais, filhos, netos, primos, tios, avós, que brigam, se desculpam e que não se separam, elas sabem a importância da família...
Amo pessoas que escutam passarinho quando canta, que olha o sol quando levantam e que brincam de faz de conta com crianças, elas sabem que ser feliz é simples...
Amo pessoas que estimam os animais, sem olhar a raça, que afagam suas cabeças como um amigo, elas sempre serão recebidas com uma lambidela de carinho....
Amo pessoas que soltam bolinhas de sabão, pipas coloridas e param para escutar a música do realejo, elas brincam com a criança interior da alma e a impedem de crescer...
Amo pessoas que iluminam o olhar diante da pessoa amada, que beijam na boca e não estão nem aí para a platéia, para julgamentos, ou ridículo, elas amam amar o amor...
Amo pessoas que não sabem odiar, que falam com anjos em qualquer lugar e sabem que eles ouvem, tanto que me pediram para escrever: QUE ELES TAMBÉM AS AMAM!
AMO VOCÊ POR FAZER PARTE DA MINHA VIDA DE ALGUMA MANEIRA.

autor desconhecido


quarta-feira, 9 de maio de 2007

A arte



É uma criação humana com valores estáticos, colocando os seus sentimentos, história e emoção em sua escultura.

Com todo esse conjunto, o homem realiza grandes obras como: dança, música, teatro, cinema, desenho, escultura e muitos outros.

A arte pode ser vista de três maneiras:

- Visualizada

- Ouvida

- Mistas (as duas ao mesmo tempo).

A arte popular é a criação vinda de atividades artísticas relacionadas a um povo e a sua cultura. Geralmente, eles criam objetos decorados, utilitários, religiosos, roupas e etc.

A produção artesanal de forma geral é uma arte popular, feita para suprir as necessidades do artista e da comunidade.


Fonte: Brasil Escola

quarta-feira, 14 de março de 2007

Espaço by Amigos





Bom dia!

Bom dia novo dia
Recebo-te de braços abertos
Embebo-me da luz do sol
Fortaleço-me pelo ar que respiro
Ilumino-me pela fé
Irradio serenidade alimentada pelo amor
Cultivo a caridade da palavra e do olhar
Ouço com carinho e atenção
Renovo-me a cada dia,
vivendo...
Vivendo um grande amor
Amor pela vida, amor pelo ser
Amor que a cada amanhecer ...
Me faz dizer: bom dia lindo dia!
Amo você!


Monica Puccinelli
Sbee - 27 02 07


Imagem: http://imgs.sapo.pt/

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Tudo a Ver!



Talvez, ao me ouvir falar em felicidade, você se pergunte se eu não tenho problemas, se tudo dá sempre certo para mim, se nunca passei por uma grande dificuldade que me tenha deixado marcas, como ocorre com a maioria das pessoas.
É claro que sim, sou como todo mundo.
Tenho angústias, fico estressado, as pessoas às vezes me traem,
mas eu procuro comer os morangos da vida!

Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engolí-lo, quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.

Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas dos seus pés. As onças embaixo querendo comê-lo e o urso em cima querendo devorá-lo.

Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango.

Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza.
Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento.
Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.
Deu para entender?

Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?".
Dane-se o urso e coma o morango!
"E as onças?".
Azar das onças, coma o morango!
Se ele não desistir, as onças ou o urso desistirão.

Às vezes, você está em sua casa no final de semana, com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, sua esposa ou seu marido lhe diz: "Meu bem, relaxe e aproveite o Domingo!"
E você, chateado, responde: "Como posso curtir o Domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?"


Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango!
Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.

Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças a arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário.

Mas nós precisamos saber comer os morangos, sempre.
A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Você pode argumentar: "Eu tenho muitos problemas para resolver".
Problemas não impedem ninguém de ser feliz.

O fato de ter que conviver com chatos não é motivo para você deixar de gostar de seu trabalho.
O fato de sua mulher estar com tensão pré-menstrual ou seu marido irritado com o dia-a-dia não os impede de tomar sorvete juntos.
O fato de seu filho ir mal na escola não é razão para não dar um passeio pelo campo.

Coma o morango, não deixe que ele escape!
Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso.
Saboreie os bons momentos.
Sempre existirão ursos, onças e morangos.
Eles fazem parte da vida.

As pessoas vêem o sucesso como uma miragem.
Como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança.
As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade.
Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes.
Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixará felizes.
Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias.

Lembre-se: A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você...


Fonte: www.shinyashiki.com.br
Imagem: www.shinyashiki.com.br
Baseado em Conto Brasileiro

Coma morangos!
Com carinho,
Leila

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Espaço Educação

Os papéis da mulher – por Rosely Sayão
fevereiro/2007

De vez em quando, fico pensando se estamos mesmo no ano de 2007 ou se é ilusão virtual o mundo em que vivemos.
Isso acontece principalmente quando constato que, em pleno século 21, os preconceitos e estereótipos em relação à mulher e sua imagem na sociedade ainda valem e são expressos com a maior naturalidade.

Na semana passada, por exemplo, a discussão da hora foi a respeito do uso e abuso da figura feminina nas publicidades de marcas de cerveja.
Pensando bem, a situação em que vive a mulher atualmente está cheia de contradições. Por um lado, não há dúvida de que sua vida melhorou visivelmente em alguns aspectos.
Ela pode se dedicar ao trabalho e ao seu desenvolvimento profissional, tem acesso ao estudo, pode escolher se quer casar e constituir família ou não, consegue alcançar independência financeira, tem condições de viver sozinha, pode participar ativamente da vida política do país e as tarefas domésticas não são consideradas sua responsabilidade exclusiva.

Por outro lado, algumas circunstâncias denunciam que ela ainda não tem total autonomia para administrar sua vida e tomar os cuidados necessários para garantir sua integridade física, emocional e psíquica, sua dignidade, enfim, principalmente quando consideramos a vida privada.
O aumento da incidência da infecção pelo vírus HIV nas mulheres, índice que quase se equiparou ao dos homens, e o crescimento da violência, principalmente da doméstica, são apenas dois sinais que indicam que a vida privada das mulheres não anda um mar de rosas.

Mas que coisa, não? Quem diria que quem se mostra tão forte na vida pública e realiza tantas conquistas apresentaria tal fragilidade quando o que está em jogo são as emoções, o relacionamento sexual e afetivo, a vida a dois? Por quê?
Temos algumas pistas que podem nos ajudar a entender tal paradoxo e vou tratar de uma delas. Por incrível que pareça, as mulheres ainda recebem uma educação absolutamente machista e é por ela que são introduzidas na vida sociocultural.

E essa constatação torna-se mais espantosa quando nos damos conta de que a principal responsável pela educação familiar continua sendo a mãe e de que a educação escolar é praticada também por uma maioria esmagadora de mulheres.
Será que as mulheres transmitem preconceitos de gênero aos mais novos porque se sentem inferiores aos homens e porque não conseguiram se livrar dessa história?
Pode ser. Afinal, por que a mulher tem receio de falar abertamente com seu companheiro sobre os cuidados que devem ser tomados na intimidade sexual para evitar a infecção por doenças sexualmente transmissíveis?
Solicitar e até mesmo exigir o uso do preservativo ou firmar pacto de fidelidade nas relações estáveis, por exemplo, ainda são questões tratadas com muita dificuldade por homens e mulheres.

Além disso, as mulheres continuam fazendo o maior esforço para tentar se encaixar num modelo idealizado construído para elas.
Já houve o tempo em que esse modelo consistia em ser especialista em prendas domésticas. Hoje, quando nossa cultura privilegia as imagens, o modelo para a mulher tem a ver com sua aparência: corpo, vestimentas, gestual. Aqui, voltamos à publicidade de marcas de cerveja.
A mulher, com seu corpo "gostoso", usada como isca para o homem, talvez seja o retrato mais fiel e cruel da ativa participação feminina na manutenção do modelo preconceituoso e machista da submissão ao homem.

Pode parecer que é muito distante a relação desse tipo de publicidade com as dificuldades que as mulheres enfrentam nos tempos atuais, mas a proximidade é bem maior do que gostaríamos que fosse.
As famílias não podem deixar de considerar importante a questão de gênero ao educar seus filhos e as escolas não podem ignorar, como costumam, tema tão pertinente com a questão da cidadania e dos valores democráticos.

ROSELY SAYÃO
é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha) roselysayao@folhasp.com.br
blogdaroselysayao.blog.uol.com.br

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Espaço Família




Mais um ser humano está chegando....

Era uma vez, uma história real e impressionante de alguém que possui uma capacidade descomunal de lutar pela vida e que já se tornou o maior vencedor da Terra, o mais corajoso dos seres.
Sabe quem?
Eu, você, nós!
Não acredita?
Veja alguns fatos relevantes que já compõem a biografia deste ser humano, talvez você desconheça!
Um dia ele(a) foi inscrito para participar do maior concurso do mundo, da maior corrida de todos os tempos.
Acredite! Ele (a) estava lá!
Eram mais de quarenta milhões de concorrentes.
Pense nesse número.
Todos tinham potencial para vencer, mas só um venceria. Será que era mais um número na multidão ou tinha algo de especial?
Analisem quais eram as chances. Zero, zero, zero, zero, zero, zero, zero, zero, quatro (0,000. 000.04)
Nunca foi tão próximo de zero.
As chances eram quase inexistentes.
Qualquer um acharia loucura participar dessa corrida. Mas ele (a) participou e ainda achava que iria vencer.
Porque sua garra é incrível.
Por isso jamais admitiu recuar.
A palavra desistir não faz parte do dicionário genético. Por quê?
Porque, perderia o maior prêmio da História.
Qual? A VIDA!
Que disputa poderia ser essa?
A disputa do espermatozóide para fecundar o óvulo.
A corrida pelo direito de formar uma vida.
Talvez, ninguém possa imaginar, mas essa é a mais excitante e perigosa aventura da existência humana.
É incrível, ele (a) venceu!
Como ele (a) conseguiu? Foi surpreendente!
Desde o dia que ele (a) está na barriga da Mamãe, muitas coisas aconteceram...
Sonhou, se mexeu, é o maior aventureiro da história, nada pode detê-lo (a).
Quando se tem um grande objetivo, nenhum obstáculo é grande demais para ser superado.
Quando foi dada a largada da grande corrida da vida e o relógio do tempo começou a contar a existência, ele (a) brilhou!
Mas tudo isso não seria possível se um ser especial, o Autor da existência, DEUS, não tivesse observado a capacidade de lutar, e então lhe premiou com O MILAGRE DA VIDA!
A vida é o maior espetáculo do mundo a obra-prima do Criador!
E por ter uma biografia que já começa tão magnífica é que todos estão e estarão juntos com ele (a) hoje, amanhã e depois para brindar a vida!
Não existem duas pessoas iguais no palco da vida.
Sem cada um de nós, o universo não seria o mesmo.
Cada um é um ser - humano Insubstituível!

Texto produzido com carinho para meu mais novo sobrinho ALEXANDRE, baseado no livro “Você é Insubstituível” de Augusto Cury, Editora Sextante.

Leila, julho/2006


Foto: Alexandre Lessak Rodrigues

Espaço Educação

A Comunicação é o que Chega - Por Reinaldo Passadori

Vivemos em uma época em que a comunicação interpessoal se faz necessária cada vez mais não apenas como um requinte de evolução pessoal, mas como uma competência básica que torna um profissional mais completo


Não basta falar, é preciso se comunicar. Quem deseja de fato se comunicar precisa ter a compreensão de que cada um de nós processa as informações de maneira distinta e diferente. Isso acontece porque há os limites naturais da própria linguagem, gramática e vocabulário, além disso, o tom de voz que pode ser agressivo, suave, malicioso ou irônico, mesclado com o olhar e a expressão facial que pode gerar inúmeras interpretações no interlocutor. Mais do que isso, cada um de nós possui um conjunto de filtro que podem ser representados da seguinte forma:

Imagine-se envolvido por uma bolha e essa bolha é amarela. Ela contém todas as suas memórias, experiências, sensações, valores, crenças, habilidade, talentos e outras características. Imagina também outra bolha, só que essa feita na cor azul e outra verde e outra cor de abóbora. Observe que cada uma dessas bolhas envolve alguém que a possui e enxerga o mundo através dessa cor que o envolve. A pergunta é: Qual é a cor verdadeira?

O indivíduo que contém a bolha azul logo dirá:
- É a minha a verdadeira, mas logo ouvirá o dono da cor amarela dizendo: Você é louco? Não vê que a cor certa é essa? Ela contém toda a verdade... e, assim podemos concluir que todos defendem vigorosamente serem os possuidores de suas verdades. E na verdade todos estão com a verdade.

A grande questão e talvez o maior desafio é justamente esse. Como uma pessoa envolta por uma bolha azul (azul-verdade) poderá se relacionar com um amarelo-verdade ou verde-verdade ou marrom-verdade?

Por falar em verdade e imaginação, poderíamos imaginar alguém muito especial dizendo num tom grave, suave e sonoro: Que só se comunicará de fato, quem tiver flexibilidade para que sua cor de bolha receba um pouco da cor da bolha do outro e, descobrir algo fascinante: a possibilidade do entendimento.

Essa flexibilidade também pode ser chamada de tolerância, paciência, amor ao próximo, empatia, bom senso, compreensão, boa vontade, bom humor, calma e inteligência emocional. O mais curioso disso tudo é que todos temos em potencial essas características em nossas bolhas.

Esteja atento porque vivemos em uma época em que a comunicação interpessoal se faz necessária cada vez mais não apenas como um requinte de evolução pessoal, mas como uma competência básica que torna um profissional mais completo.

Reinaldo Passadori é diretor-presidente do Instituto Reinaldo Passadori e autor do livro Comunicação Essencial - Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes, Editora Gente - www.reinaldopassadori.com.br

Reflita! Pense em todas as possibilidades! Comunique-se!
Aprendemos todos juntos!

Com o carinho de sempre, Leila

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Reflexões

LIÇÃO DE VIDA

Velocidade do tempo

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sangüínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias... ou anos. Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos , o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.
Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente. Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.

Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados de sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.

Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... r-o-t-i-n-a.

Fonte: Newsletter “Bom Dia”

Espaço Educação

Aristóteles

"Todos os que meditaram na arte de
administrar o gênero humano
foram convencidos que o destino de impérios
depende da educação da juventude."


(Aristóteles) filósofo grego. Nasceu em 10/01/384 a. C., Faleceu em 31/12/322 a. C., Cálcis. Um dos mais importantes pensadores de todos os tempos.


Filho de Nicômaco, médico de Amintas II, rei da Macedônia e pai de Filipe. Aos 17 anos, foi para Atenas, tornando-se discípulo de Platão na Academia. Continuaria por 20 anos ao lado do mestre, até a data de sua morte. Deixando Atenas, foi para Assos, na Ásia Menor, onde Hérmias, ex-membro da Academia, governava. Lá desposou Pítias, sobrinha de Hérmias. Com a morte deste, mudou-se para Mitilene, onde permaneceu por dois anos. Falecendo sua esposa, desposou posteriormente Herpilis, que lhe deu um filho, Nicômaco. Em 343, mudou-se para a corte de Pela, porque Filipe da Macedônia lhe confiou a tarefa de educar seu filho, Alexandre. Em 336, com a morte de Filipe e ascensão de Alexandre ao trono, este rei iniciou as expedições que lhe permitiram construir um vasto império. Nesta data, Aristóteles regressou a Atenas, onde fundou sua própria escola, o Liceu, que se transformou em importante centro de estudos, não apenas filosóficos mas, igualmente, de ciências naturais, dotado de imponente acervo de livros, instrumentos e espécimes. Após a morte de Alexandre, em 323, a facção nacionalista extremada de Atenas dirigiu contra Aristóteles o ódio devotado ao líder macedônio, acusando o filósofo de impiedade. Aristóteles refugiou-se em Cálcis, onde veio a falecer no ano seguinte.

A obra aristotélica era dividida em duas espécies de escritos: uma destinada ao grande público, obras exotéricas, redigida em forma dialética, e outra de caráter demonstrativo e didático, composta para os alunos da escola, obras acroamáticas. Da primeira espécie, restam-nos apenas dois diálogos: Eudemo e Protréptico. As obras dedicadas ao ensino do Liceu foram conservadas pela escola, e um grande número delas chegou até nossos dias. Elas se encontram sistematicamente divididas em seis grupos. Escritos lógicos, que receberam a denominação genérica de Organon. Este compreende: Categorias, Sobre a Interpretação, Analíticos, Primeiros e Segundos, Tópicos e Refutações Sofísticas; estudos da natureza, que incluem dois grupos: o primeiro de estudos físicos, dos quais fazem parte a Física, Sobre o Céu, Sobre a Geração e a Corrupção e Meteorológicos, e o segundo de estudos biológicos, referentes ao mundo vivo, onde figuram: Da Alma e História dos Animais, composta de estudos acerca de suas partes, geração, movimento; filosofia primeira, que inclui os catorze livros agrupados posteriormente sob a denominação Metafísica; os escritos éticos e políticos, de que fazem parte a Ética a Nicômaco, Ética a Eudemo e Política; e, finalmente, as obras Retórica e Poética, desta última nos restam somente fragmentos, que merecem, cada uma, um lugar próprio.

A obra aristotélica possui enorme abrangência e importância. Desse modo, torna-se extremamente difícil resumi-la em alguns tópicos fundamentais. Limitar-nos-emos a apenas indicar alguns temas presentes no pensamento deste autor, apontando brevemente alguns encaminhamentos seguidos em sua argumentação.

A lógica é desenvolvida por Aristóteles como um instrumento, em grego organon seguro de constituição da ciência, uma vez que é capaz de conferir certezas ao conhecimento que dela se vale. Seu papel na filosofia de Aristóteles pode ser compreendido em dois sentidos: em sentido estrito, pode ser encarado como um meio de acesso, ou uma técnica, tendo suas investigações neste campo determinado fundamentalmente os avanços deste estudo, posteriormente denominado lógica formal, ver Lógica.; em sentido amplo, a lógica aparece para este pensador como um meio seguro de acesso aos entes, uma vez que, em sua concepção, existe estreita correspondência entre o pensamento lógico e a estrutura ontológica da realidade. É Aristóteles o primeiro a formular o princípio de não contradição, que possui este caráter a um só tempo lógico e metafísico: é impossível a uma coisa ser e não ser, ao mesmo tempo e sob a mesma relação. Sendo este o princípio fundador de todas as demonstrações, é forçoso que ele seja, em si, indemonstrável, sendo a partir dele que se pode refutar todos aqueles que o negam. No âmbito da lógica tomada em seu sentido estrito, é Aristóteles o criador do método denominado dedução, que tem no silogismo sua mais perfeita forma. Este pretende fornecer certeza e necessidade às conclusões acerca do particular, advindas de premissas gerais verdadeiras. É também Aristóteles o primeiro filósofo a subordinar claramente a verdade à linguagem, afirmando que a verdade não reside nas coisas mesmas, mas somente na relação que se estabelece entre as coisas e as proposições acerca delas.

Existe, contudo, segundo a concepção aristotélica, um modo de conhecimento que opera em sentido oposto ao dedutivo, e que parte da multiplicidade oferecida aos sentidos para extrair dela conceitos de ordem geral. Tal procedimento é a indução, que permite ao conhecimento atingir o universal próprio ao conceito, presente, enquanto estrutura, em todos os entes. Se as ciências devem ter por meta alcançar as estruturas gerais dos entes, elas devem estar todas subordinadas a uma ciência primeira, que abarca o modo mais fundamental de todo ente manifestar-se, isto é, o simples fato de ser. Esta ciência será chamada metafísica, sendo determinada como ciência do ser enquanto ser. A fim de poder compreender a unidade do ser conjuntamente à pluralidade pela qual se manifesta, Aristóteles afirma uma concepção analógica do ser, que exprime: o ser se diz em vários sentidos. As diversas acepções nas quais o ser pode ser tomado podem ser reunidas sob a forma de dez categorias, quais sejam: substância, acidente, quantidade, qualidade, relação, espaço, tempo, posição, estado e paixão. A ciência do ser enquanto ser também é compreendida como ciência das causas, por investigar o princípio de todos os entes. Se o princípio é, por excelência, imóvel, não gerado e separado da matéria, causa não causada de tudo que é, é preciso forçosamente identificá-lo com a divindade. O estudo das causa deve ser, assim, estudo acerca de Deus. Desta maneira, para Aristóteles, a Metafísica constitui-se, necessariamente, como Teologia.

Aristóteles se depara com a tarefa de garantir a imobilidade do ser, afirmando, contudo, o movimento presente na natureza. Para isto, ele desenvolve uma teoria do movimento desde a dupla caracterização ato-potência. Nesta perspectiva, o movimento é a atualização disso que já pertencia a um ente enquanto virtualidade. Se o ser é não apenas ato, mas também potência, as coisas podem sofrer modificações sem deixar de ser, pois tornar-se outro será, nesta concepção, entendido como a passagem de um modo de ser a outro, ambos sempre potencialmentes presentes. Desde esta interpretação, forma-se a compreensão da divindade como Motor Imóvel, ato puro de contemplação de si mesmo, que não se relaciona com o mundo, mas apenas o atrai, como o amado atrai o amante. Deus, para este pensamento, nem sequer conhece o mundo, uma vez que o conhecer é movimento, é atualização de uma potência e a divindade, sendo perfeita, é ato puro, realização plena na qual não cabe nenhuma possibilidade.

Possuem ainda importância decisiva as investigações de Aristóteles no campo da Ética. Este postula o bem, ou antes o supremo bem como a finalidade à qual tende toda ação. Todos estão de acordo que este bem último é a felicidade, apesar de diferirem as opiniões sobre que esta consiste. É necessário defini-la em função daquilo que é a ação mais própria do homem, de modo que a felicidade seja sua plena realização. Ora, se os homens se distinguem de todos os seres vivos pelo pensamento, o cultivo da razão será a suprema felicidade humana, e a vida de acordo com ela constituirá a vida virtuosa por excelência. Se o virtude, o bem e a felicidade se correspondem, o bem deve ser encarado como um fim em si mesmo, pois nele já reside a felicidade. A fim de determinar mais precisamente em que consiste a virtude, Aristóteles é levado a afirmar que ela constitui um meio, ou antes, a justa medida encontrada em qualquer ação. Este meio não é uma medida matemática, comum a todos os entes; antes, ele se estrutura em cada ação, de modo a configurar o ato pleno, ao qual nada pode ser tirado ou somado. A coragem, é uma virtude pois se dá como este meio, na medida em que chamamos corajosa a ação precisa e necessária a uma determinada situação: se fosse algo menos do que foi, seria covardia; algo mais, temeridade.

O pensamento de Aristóteles exerceu influência marcante na história da filosofia, não apenas no mundo antigo e medieval, mas alcançando o pensamento moderno e contemporâneo, contribuindo para sua determinação. As questões levantadas por este filósofo continuam sendo debatidas como questões fundamentais e servem de paradigma a vários ramos da filosofia, como a ética, lógica, metafísica, teologia ou estética.

Fonte: Grupo Universalista

domingo, 21 de janeiro de 2007

"Ontem virou hoje!"

Inicio a apresentação deste blogger emprestando as palavras de um autor que admiro muito e que tem integrado a construção dos meus pensamentos, Roberto Shinyashiki:
"...Muitas vezes, por temer as consequências de nossas ações, criamos fantasmas que nos impedem de seguir adiante e acabam nos imobilizando. É como se nos transformássemos em estátuas, soterrando toda nossa energia de vida sob camadas e mais camadas de preocupações..." trecho do livro TUDO OU NADA, Editora Gente, 2006.
Assim, aproveito pra deixar à reflexão estas palavras e assim atender um dos objetivos que me levou a criar este espaço para "encontro de palavras". Um espaço, onde possamos todos interagir e compartilhar das nossas próprias produções, das produções diversas que forem interessantes e tudo o que possa contribuir para o aprendizado permanente e o autoconhecimento de cada um. Pois o importante é viver!

"Morangos são vermelhos" são suculentos,
uns pequenos, outros maiores, de todos os tamanhos e formas,
de um vermelho vibrante, intenso,
de um sabor meio adocicado, de um sabor meio azedinho...
para ser saboreado sozinho, ou acompanhado...
assim como deveríamos ver e sentir a vida, as pessoas,
vibrantes, intensos, diversos,
mas todos com suas propriedades,
potencialidades de se expressar e ser!

Este blogger é uma forma encontrada de compartilhar a visão que faço do mundo das pessoas e das coisas a minha volta,

e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, para construir a vida, com inspirações que mobilize em você a coragem de experimentar, de motivar-se a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

FELIZ 2007! Sucesso!
Sejam bem-vindos!
com carinho,
Leilah