... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fragmentos Poéticos...

"O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão."

Clarice Lispector


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Refletindo...


"Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado;
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja" 

Mário Quintana 

sábado, 17 de setembro de 2011

Espaço by Música




Don't Stop The Music
De Michael Jackson
Por Marcela Mangabeira

It's getting late
I'm making my way over to my favorite place
I gotta get my body moving shake the stress away
I wasn't looking for nobody when you looked my way
Possible candidate (yeah)
Who knew,
That you'd be up in here looking like you do
You're making staying over here impossible
Baby, I must say your aura is incredible
If you don't have to go, don't...

Do you know what you started
I just came here to party
But now we're rocking on the dance floor
Acting naughty
Your hands around my waist
Just let the music play
We're hand in hand
Chest to chest
And now we're face to face

I wanna take you away
Let's escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the
Please don't stop the music

I wanna take you away
Let's escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the
Please don't stop the
Please don't stop the music

Baby, are you ready? Cause it's getting close
Don't you feel the passion ready to explode
What goes on between us no one has to know
This is a private show (oh)

Do you know what you started
I just came here to party
But now we're rocking on the dance floor
Acting naughty
Your hands around my waist
Just let the music play
We're hand in hand
Chest to chest
And now we're face to face

I wanna take you away
Let's escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the music

I wanna take you away
Let's escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the
Please don't stop the
Please don't stop the music

I wanna take you away
Let's escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the music

I wanna take you away
Let's escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the
Please don't stop the
Please don't stop the music

Fonte: vagalume.com.br/marcela-mangabeira/dont-stop-the-music.html



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Refletindo...


Todas as palavras tomadas literalmente são falsas.
A verdade mora no silêncio que existe em volta das palavras.
Prestar atenção ao que não foi dito, ler as entrelinhas.
A atenção flutua: toca as palavras sem ser por elas enfeitiçada.
Cuidado com a sedução da clareza!
Cuidado com o engano do óbvio!

Rubem Alves

p.s.: Valeu, Vanessa Bastos, pela dica desta reflexão!

domingo, 11 de setembro de 2011

Fragmentos Poéticos


De tudo, ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando... 
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar... 
   
Portanto, devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo... 
Da queda um passo de dança...
Do medo, uma escada... 
Do sonho, uma ponte ...
Da procura, um encontro... 
   
Fernando Pessoa



sábado, 10 de setembro de 2011

Espaço by Música




TEMPO AFORA
Fred Martins
Composição: Fred Martins / Marcelo Diniz

Onde mora a ternura,
onde a chuva me alaga,
onde a água mole perfura,
dura pedra da mágoa,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora.

Quando o carinho acontece, quando a garoa é macia,
e se cura e se esquece,
a dor num canto vazio,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora.

Onde a alma se lava,
aonde o corpo me leva,
onde a calma se espalha,
onde o porto me espelha,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora.

Quando me lembro de tudo, quando me visto de nada,
e me chove e descubro,
quanto você me esperava
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora,
eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora

www.fredmartins.com.br


Fragmentos Poétcos


"Então, que seja doce.
Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce.
Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
Tudo é tão vago como se fosse nada."

Caio Fernando Abreu

Fragmentos Poéticos




O RELÓGIO DO CORAÇÃO
Por Mário Quintana

Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram, e que duram para sempre

o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.

Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.

Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

Refletindo...

“Sentir demais.

Amar quase do tamanho do amor.

Traço de nascença, uma estranha dádiva que, durante temporadas, pra facilitar a própria vida, egoísmo que seja a gente tenta disfarçar de tudo que é maneira que aprende.

Mas não tem jeito, nunca terá, nascer assim é irremediável, o que é preciso é desaprender o medo.”

Ana Jácomo



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Refletindo...

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca."

Clarice Lispector


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Para Refletir...

Muitas pessoas têm uma idéia equivocada daquilo que constitui a verdadeira felicidade.
Não é alcançada através da auto-satisfação, mas pela fidelidade a um propósito digno.

Hellen Keller


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Espaço by Música



Te cruzaste conmigo, aquel día
y de ese instante, sueño y muero
que en tus labios, quedo mi poesía
que en tus ojos, la luz que no encuentro

Lejos estas y cerca siempre
pues ya nunca me abandonas
que en mi alma hiciste hogar
y tan solo recordarte, me emociona

Algo en mi ser se desgarra
si no me ofreces tu acento
vivo buscando tus huellas
duermo, pensando en tus besos

Mi pasado se esfuma en la historia
mi presente es lo único que siento ya
decido a vivir, sin mas demora
y juntar todo mi amor, para ofrecerte

Algo en mi ser se desgarra
si no me ofreces tu acento
vivo buscando tus huellas
duermo, pensando en tus besos



Chambao es una banda de música flamenca-electrónica, conocida como Flamenco Chill. Originales de Málaga (Andalucía, España) su música mezcla sonidos del flamenco y palos (formas) con música electrónica.

Fonte: www.youtube.com


Fragmentos Poéticos...

INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA

A vida é um incêndio: nela dançamos,

salamandras mágicas

Que importa restarem cinzas

se a chama foi bela e alta?

Em meio aos toros que desabam,

cantemos a canção das chamas!

Cantemos a canção da vida,

na própria luz consumida...

Mário Quintana



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Minhas Composições...



“... na verdade nos descobrimos todos os dias...

os fatos, as pessoas e o conhecimento estão em constante movimento,

dançando no cosmos.

Tudo é de ordem relacional,

Quando dançamos a mesma música,

No mesmo passo e na mesma freqüência conseguimos sincronia,

Isto é, vibrar na mesma esfera.

Por esta razão, o mais correto é dizer que nós construímos uma canção,

Uma coreografia que nos possibilita compartilhar

crescimentos, aprendizados, ensinamentos, evolução.

Apesar de sentirmos saudades,

É preciso saber que é sempre tempo de fortalecer a rede,

As redes, a rede de cada um,

Com novas pessoas, novos encontros, novas almas,

E assim, conhecer outras músicas interiores,

Para descobrir quem já está na rede e ainda não conhecemos!”


Leilah


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Fragmentos Poéticos...

Somos donos de nossos atos, mas não donos de nossos sentimentos;
Somos culpados pelo que fazemos, mas não somos culpados pelo que sentimos; Podemos prometer atos, mas não podemos prometer sentimentos...
Atos sao pássaros engailoados, sentimentos são passaros em vôo.

Mario Quintana


domingo, 14 de agosto de 2011

PAI...

Meu Pai, lhe agradeço de coração por sua firmeza que me fortaleceram na mulher corajosa e persistente que hoje sou!
Te Amo!
Leilah



Homenagem aos Pais!

Feliz Dia dos Pais!
Leandro, meu querido irmão, o maior tesouro da vida é filho: amado Lorenzo!
Felicidades!
com o meu carinho de sempre,
Leilah



Feliz Dia dos Pais!


À todos os pais, neste dia e nos demais, amem seus filhos, participem de todos os momentos que puderem, conversem, e principalmente, tenham muita serenidade até seus filhos chegarem à maturidade!
com o meu carinho de sempre,
Leilah


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Fragmentos Poéticos...

" Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Espaço Educação



Vivendo, Amando e Aprendendo

Por Rosana Braga

Este é o título de um dos livros do meu autor preferido: Leo Buscaglia. Além de o conteúdo ser fantástico, amo este título. Para mim, é o resumo fiel da vida. Ou seja,vivemos para amar, amamos para aprender e aprendemos para viver melhor. E assim por diante, numa sucessão de tentativas, enganos, dores, alegrias, perdas, ganhos e, enfim, evolução!

E o exercício da vida, que tanto nos exige, ainda que seja absolutamente justo, também pode ser melhor praticado se levarmos em conta uma bela frase da Cora Coralina:

Feliz daquele que ensina o que aprende e aprende o que ensina.

E numa outra proporção, o quanto nos equivocamos, magoamos as pessoas que mais amamos e cometemos os mais ridículos enganos...

- precisamos ouvir mais a voz do nosso coração;

- precisamos respeitar os nossos limites, sem desrespeitar os limites do outro;

- podemos sentir mais felicidade quando conseguimos perdoar os erros do outro;

- atraímos mais as pessoas certas quanto mais nos conhecemos e demonstramos quem somos;

- o amor parece que nos torna mais frágeis e vulneráveis, mas na verdade, nos torna mais fortes e corajosos;

- o fim de um relacionamento não significa, necessariamente, que ele não deu certo;

- nem sempre as pessoas estão prontas para viver o amor, mas isso não impede que elas se preparem, independentemente de idade ou condição social;

- sofrimento não é um castigo, mas uma maravilhosa oportunidade que a vida nos dá de aprendermos algo sobre o qual estávamos resistindo;

- nosso mundo externo é reflexo de nosso mundo interno. Portanto, para conquistarmos o que desejamos, precisamos antes, construir nossos sonhos dentro da gente;

- o amor é um dos caminhos mais difíceis para a nossa evolução, mas é também um dos mais gratificantes e prazerosos;

- não existem regras nem certezas no amor. Podemos apenas nos dedicar para sermos cada dia melhores e mais verdadeiros, a fim de que ele seja eterno enquanto dure...

- a fidelidade, tanto para conosco mesmos quanto para com o outro, é fundamental e deve ser uma escolha que fazemos por nós mesmos e nunca pelo outro;

- retribuir é nobre, mas vingar-se é ferir a si mesmo;

- e, enfim, que todos nós nos arrisquemos no amor, ao invés de nos fecharmos numa ilusória segurança, perdendo a preciosa oportunidade de sermos felizes!


Fonte: www.rosanabraga.com.br


Léo Buscaglia é um dos meu autores preferidos também! Deixo neste Espaço a reflexão para nossos pensamentos e ações para a vida com amor!

com o meu carinho de sempre,

Leilah


Para Refletir...

Que os sensíveis sejam também protegidos. Que sejam protegidos todos os que vêem muito além das aparências. Todos os que ouvem bem pra lá de qualquer palavra. Todos os que bordam maciez no tecido áspero do cotidiano.

Ana Jácomo


domingo, 31 de julho de 2011

Refletindo...

“[...] O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.”

Mário Quintana





quinta-feira, 28 de julho de 2011

Espaço Modernidade



Velocidade do tempo

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sangüínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias... ou anos.

Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos , o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.

Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados de sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.

Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... r-o-t-i-n-a.

Fonte: Newsletter “Bom Dia”



terça-feira, 26 de julho de 2011

Espaço by Música




Somos Luzes!
Cada um no meio que atua,
que vive, que convive, que aprende,
que faz, que sente...
ilumina sempre!
Somos luzes que iluminam caminhos,
pessoas, ações, pensamentos!
Somos!
Com o meu carinho de sempre, esta reflexão para a vida!

Leilah,


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Para Refletir...




Felicidade é um gostinho de quero mais...
Felicidade é a percepção de que o melhor momento da vida está em nossas mãos e chama-se agora.
Felicidade é a nossa preguicinha marota e assumida naqueles dias em que anunciamos: ‘Hoje eu não vou fazer nada’.
Felicidade é querer fazer alguém feliz simplesmente para ver um sorriso lindo desabrochar.
Felicidade é se regozijar com a felicidade alheia, seja ela do nosso irmão, do vizinho, do conhecido ou do desconhecido...
Felicidade é aquele sentimento de plenitude nos momentos mais despojados, é a valorização das cores, gostos, abraços, encontros e reencontros.
Felicidade é estar conectada com o belo, ouvir boas músicas ou saborosas gargalhadas.
Felicidade, se olharmos bem, é coisa simples...
A gente é que complica.

Lígia Guerra


Espaço Educação

O saber cuidar...
Mas o tu não é qualquer coisa indefinida.
É concretamente um rosto com olhar e fisionomia.
O rosto do outro torna impossível a indiferença.
O rosto do outro me obriga a tomar posição porque fala, provoca, evoca e convoca.
Especialmente o rosto do empobrecido, marginalizado e excluído.
O rosto possui um olhar e uma irradiação da qual ninguém pode subtrair-se.
O rosto e o olhar lançam sempre uma proposta em busca de uma resposta.
Nasce assim a responsabilidade, a obrigatoriedade de dar respostas.
Aqui encontramos o lugar do nascimento da ética que reside nesta relação de responsabilidade diante do rosto do outro e particularmente do mais outro que é o oprimido.
É na acolhida ou na rejeição, na aliança ou na hostilidade para com o rosto do outro que se estabelecem as relações mais primárias do ser humano e se decidem as tendências de dominação ou de cooperação.
Cuidar do outro é zelar para que esta dialogação, esta ação de diálogo eu-tu, seja libertadora, sinergética e construtora de aliança perene de paz e de amorização.

Leonardo Boff (1999)



quarta-feira, 13 de julho de 2011

Refletindo...

"Procuro-me no passado e outrem me vejo:
não encontro a que fui, encontro alguém
que a que sou vai reconstruindo,
com a marca do presente.
Na lembrança, o passado se torna presente
e se transfigura, contaminado pelo aqui e agora".

(SOARES, 1991)


Espaço Educação



Para você me educar, você precisa me conhecer;
Precisa saber da minha vida;
Meu modo de viver e sobreviver;
Conhecer a fundo as coisas nas quais eu creio
E às quais me agarro nos momentos de solidão,
desespero, sofrimento.
Preciso saber e entender
As verdades, pessoas e fatos
Aos quais eu atribuo forças superiores às minhas
E aos quais me entrego
Quando preciso ir além de mim mesmo.
Para você me educar,
Precisa me encontrar lá onde eu existo,
Quer dizer, no coração das coisas,

Autor desconhecido


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Refletindo...

“Se não morre aquele que planta uma árvore
e nem morre aquele que escreve um livro,
com mais razões não deve morrer o educador.
Pois ele semeia nas almas e escreve nos espíritos”.

Bertold Brecht


Fragmentos Poéticos...



Casa Arrumada

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os
móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras
e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca
ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.


Para Refletir...

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível."

Francisco de Assis


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Para Refletir...

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Max Gehringer




domingo, 3 de julho de 2011

Refletindo...

"Nós, seres vivos, somos sistemas determinados em nossa estrutura. Isso quer dizer que somos sistemas tais que, quando algo externo incide sobre nós, o que acontece conosco depende de nós, de nossa estrutura nesse momento, e não de algo externo".

Humberto Maturana, no livro Emoções e linguagem na educação e na política. Belo Horizonte: UFMG, 1998.


Fragmentos Poéticos...

DOCE DE ALIVIO

A vida é um estado de Espírito

Mas ultimamente o Espírito tem estado finito

Premido por abalos incontestes

Cujos testes de maneira abrangentes

Mas recentemente percebi na esquina

Uma rima doce de alívio

Era um corpo estendido e rijo

De sereno semblante parindo plasmamente

Que pena, muitos livros abriram caminhos

E aos poucos absorvem a qualidade das letras

Mesmo que o desencarne de estalido iletrado

Alma se refrescando em páginas literais

A vida é a morte de andarilho

Sobre a rima poética vazia

Desvairada de memórias de passado

A procura de um cristal brilhante

Dançamos músicas inebriadas

Que são ensaiadas nos poços vadios

E recalcitrados nas diversas moradas

Enamoradas de morridas parciais da mente

Ontem na esquina madrugada

Um fogo ardia a fria noite

E sentia o cheiro da chama na carne

Que resumia a andarilha indigente.

Reluzindo uma luz de dor, varrendo um pouco da escuridão

Como se uma canção subisse aos céus, oriunda do poço escuro

Lastreado pelo amor solícito e angustiado

Pelo Logos ali contido à procura da luz imanente.


Sérgio Corrêa

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Refletindo...

"A amizade é a mais pura forma do amor de Deus, porque nasce do livre arbítrio do coração."

P.Yogananda