... é uma forma encontrada para compartilhar a visão que faço do mundo, das pessoas e das coisas a minha volta, e principalmente, da tentativa de se resgatar a energia vital que cada um tem dentro de si, a fim de que possamos construir a vida, com inspirações que mobilize em cada um a coragem de experimentar, de se motivar a viver com paixão e determinação os projetos de vida!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A Estrada


Cidade Negra

Você não sabe o quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas antes de dormir
Eu não cochilei
Os mais belos montes escalei
Nas noites escuras de frio chorei, ei, ei
ei ei ei..uu..

A Vida ensina e o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção

Com a fé no dia-a-dia
Encontro a solução
encontro a solução

Quando bate a saudade
Eu vou pro mar
Fecho os meus olhos
e sinto Você chegar, você
chegar, fisico, fisico,fisico

Quero acordar de manhã
do teu lado
E Aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado,
no teu seio aconchegado

Ver você dormindo e sorrindo
É tudo que eu quero pra
mim
Tudo que eu quero pra mim,quero...
Quero acordar de manhã do teu lado
E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado,
no teu seio aconchegado
Ver você dormindo ‚ tão lindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim


Together...
Together...
Meu caminho só meu pai pode mudar
Meu caminho só meu pai

domingo, 13 de janeiro de 2008

Espaço by Amigos

Poeminha

Na ponta da lua minguante
Arlequim se pendurou
Lá de cima viu pivete
Cheirando cola
- Não é assim que se sonha, gritou
E cheio de doçura
Desceu do céu
Para abraçar o menino


Maria J Fortuna


sábado, 12 de janeiro de 2008

Minhas Composições...



A Noite...

Será que a noite é mágica?...
É a presença da lua
Brilhando no ser...
São as estrelas ofuscando os olhos...
Será que a noite é mágica?...
Por que tudo acontece diferente?
Parece um outro lugar...
Um lugar onde são conhecidos
De longa data
Um lugar onde se descortina o ser
Um para o outro...
Será que a noite é mágica?...
Nos olhos se reconhecem,
Os corações batem
No mesmo ritmo...
Os corpos pulsam
Como se quisessem
Se reencontrar...
E sentir novamente
O que já se viveu...
Sentir novamente...
Será que a noite é mágica?...
As almas
Têm muitos registros
E anseiam por contá-los,
Se deslumbram...
Se deixam envolver...
Não quer voltar...
Não quer acordar...
Quer este momento...
Será que a noite é mágica?...


Leila

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Espaço by Amigos


POESIA

Poesia é dor,
Poesia é amor,
Poesia é um momento,
Poesia é um sentimento,
É inspiração,
De dentro do coração,
São simples idéias, são grandes lamentos,
Tempestades e ventos,
Emoções e criações.
De A a Z, nascem infinitas poesias,
É só querer fazer,
Imaginar
E criar.


Tatiana Carolina*

05/09/2007


*a mais nova revelação da poesia, uma das minhas poetisas preferidas e além do mais, minha amiga.



Refletindo...



"Na arte, a mão nunca conseguirá executar qualquer coisa melhor do que o coração consegue inspirar."

Ralph Waldo Emerson

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Reflexões...

Quem não compreende um olhar
tampouco compreenderá uma longa explicação.


Mário Quintana



segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Fragmentos Poéticos...

Talvez

Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,

E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos...



Pablo Neruda


sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Refletindo...

"Não tenha medo das coisas que parecem difíceis no começo.
Esta é apenas a impressão inicial.
O importante é não recuar; você precisa dominar a si mesmo."
Olga Korbut



quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Espaço Cinema


"Escritores da Liberdade"

Palavras que emancipam - por João Luís Almeida Machado*

Quem é você? E as pessoas com as quais todo o dia interage? Com que profundidade conhece os seus colegas de trabalho? Se atua em educação, quais são as informações que possui a respeito de seus alunos? Normalmente temos apenas uma visão superficial e pouco clara da maior parte dos relacionamentos que estabelecemos ao longo de nossas existências. E será que estamos preocupados com isso?

Em se tratando de escolas, por exemplo, em muitos casos parece que o nosso único dever é o de ministrar aulas, passar conteúdos, preencher cadernetas, corrigir provas, cumprir cronogramas e planejamentos. O que não parece muito diferente daquilo que acontece em tantos outros setores produtivos da sociedade, sejam eles hospitais ou escritórios, fábricas ou lojas,...

Bater cartão, cumprir responsabilidades variadas, entregar resultados e atingir metas. Viver dentro de um sistema em que a meritocracia é o principal indicador de valor social nos distancia cada vez mais uns dos outros e, aos poucos, vai minando (a ponto de destruir em certos casos) a nossa humanidade. Devo esclarecer, dede já, que não sou contrário à produtividade, ao ganho, ao crescimento profissional e ao desenvolvimento econômico de pessoas, empresas e países.

No entanto creio que todos têm que ponderar questões e situações do mundo real que afetam a coletividade e que colocam barreiras e criam problemas a nossa existência. O debate sobre o aquecimento global, por exemplo, é um caso mais do que premente e fundamental para a existência de todas as formas de vida residentes nesse planeta.

Da mesma forma, enquanto não nos preocuparmos sinceramente uns com os outros, iniciando essa ação a partir das pessoas que nos são mais próximas e presentes, como podemos imaginar que as questões globais poderão ser resolvidas?

“Escritores da Liberdade”, filme do diretor Richard LaGravenese, estrelado pela talentosa atriz Hillary Swank (duas vezes premiada com o Oscar, pelos filmes “Menina de Ouro” e “Meninos não choram), baseado em história real, nos coloca em contato com uma experiência das mais enriquecedoras e necessárias. Sua trama gira em torno da necessidade de criarmos vínculos reais em sala de aula, conhecendo nossos alunos, despertando para suas histórias de vida, entendendo o que os motiva a ser as pessoas que são,...

Emocionante relato de uma experiência bem-sucedida que ainda está em desenvolvimento, “Escritores da Liberdade” tem tudo para se tornar um novo libelo do cinema em prol da educação mais efetiva (como “Sociedade dos Poetas Mortos” ou “A corrente do Bem”), onde se respeitam alunos e professores e também em que as pessoas se percebem em suas particularidades e se permitem construir, conjuntamente, como aliados, um futuro melhor para todos! Imperdível!

O Filme
Cansada do trabalho em empresas que desenvolvia até aquele momento e desiludida quanto às possibilidades de crescimento e realização pessoal naquele âmbito profissional, a jovem Erin Gruwell (Hillary Swank) resolve mudar de ares e dedicar-se à educação. Assume então uma turma de alunos problemáticos de uma escola que não está nem um pouco disposta a investir ou mesmo acreditar naqueles garotos.

A pecha de turma difícil, pouco afeita aos estudos e que vai a escola apenas para “cumprir tabela” se mostra, no começo da relação entre a nova professora e os alunos, uma realidade. O grupo, formado por jovens de diferentes origens étnicas (orientais, latinos e negros), demonstra intolerância e resistência à interação, preferindo isolar-se em guetos dentro da própria sala de aula.

A nova professora é vista por todos como representante do domínio dos brancos nos Estados Unidos. Os estudantes a entendem como responsável por fazer com que eles se sujeitem a dominação dos valores dos brancos perpetrados nas escolas. Suas iniciativas para conseguir quebrar essas barreiras aos relacionamentos dentro da sala de aula vão, uma a uma, resultando em frustrações.

Apesar de aos poucos demonstrar desânimo em relação às chances de êxito no trabalho com aquele grupo, Erin não desiste de sua empreitada. Mesmo não contando com o apoio da direção da escola e dos demais professores, ela acredita que há possibilidades reais de superar as mazelas sociais e étnicas ali existentes. Para isso, cria um projeto de leitura e escrita, iniciado com o livro “O Diário de Anne Frank”, em que os alunos poderão registrar em cadernos personalizados o que quiserem sobre suas vidas, relações, interações, idéias de mundo, leituras,...

Ao criar um elo de contato com o mundo, Erin fornece aos alunos um elemento real de comunicação que permite aos mesmos se libertar de seus medos, anseios, aflições e inseguranças. Partindo do exemplo de Anne Frank, menina judia alemã, branca como a professora, que sofreu perseguições por parte dos nazistas até perder a vida durante a 2ª Guerra Mundial, Erin consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos, independentemente da cor da pele, da origem étnica, da religião, do saldo bancário,...

“Escritores da Liberdade” é uma fabulosa história de vida que nos mostra como as palavras podem emancipar as pessoas e de que forma a educação, a cultura e o conhecimento são as bases para que um mundo melhor realmente aconteça e se efetive.

Para Refletir
1- Ame ao próximo como a si mesmo. Ensino cristão baseado nas palavras de Jesus Cristo não é devidamente compreendido como deveria. As pessoas costumam levar as palavras ao pé da letra e associar esse breve e profundo enunciado ao verbo amar em seu sentido mais literal. Poucos são aqueles que extrapolam a compreensão mais imediata do vocábulo e o entendem, nesse contexto, como respeitar aos próximos, tratar os mesmos com decência ou ainda admitir as diferenças e valorizar as mesmas como parte da diversidade humana que nos leva ao crescimento. Parece que sempre queremos impor princípios, modelos, práticas e ações que levem os demais a serem parecidos conosco. Falamos em demasia e escutamos muito pouco. As próprias escolas, em particular aquelas que ainda baseiam sua ação quase que exclusivamente no modelo mais tradicional de educação, realizam monólogos e dão pouca vazão ao conhecimento e a história de vida dos alunos. Desvaloriza-se tudo aquilo que o estudante tem de experiência ao mesmo tempo em que se impõe aos mesmos, goela abaixo, saberes que são considerados “essenciais” aos mesmos... Será que não está na hora de rever tudo isso?

2- A intolerância é, sabidamente, cultural. É um conceito construído ao longo de nossas existências. A tolerância, em contrapartida, parece nascer com cada ser humano. As crianças constituem o maior exemplo disso. Não há cerceamentos e restrições no contato com outros seres humanos entre os pequenos. Para eles, o importante é interargir, brincar, trocar, tocar, abraçar, jogar,... Será que podemos aprender as lições das crianças?

3- Ler e escrever são elementos básicos da civilidade. Projetos de leitura, atividades de produção escrita regular, valorização dos livros e da literatura, espaços para a divulgação daquilo que está sendo produzido nas escolas pelos alunos no que tange a textos ou ainda a ampliação dos espaços de leitura são realidades e preocupações que vemos em nossas escolas?

*João Luís Almeida Machado
Editor do Portal Planeta Educação; Doutorando pela PUC-SP no
programa Educação:Currículo; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie(SP); Professor universitário e Pesquisador.


Ficha Técnica
Escritores da Liberdade (Freedom Writers)
País/Ano de produção: EUA/Alemanha, 2007
Duração/Gênero: 123 min., Drama
Direção de Richard LaGravenese
Roteiro de Richard LaGravenese, Erin Gruwell, Freedom Writers
Elenco: Hillary Swank, Patrick Dempsey, Scott Glenn, Imelda Staunton, April Lee Hernandez, Kristin Herrera, Jacklyn Ngan, Sergio Montalvo, Jason Finn, Deance Wyatt.

Links
http://www.cineplayers.com/filme.php?id=3257
http://www.freedomwritersfoundation.org/ (site da Fundação Freedom Writers)
http://cinemacomrapadura.com.br/filmes/3136/escritores_da_liberdade_(freedom_writers_2007)

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/






quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

FELIZ 2008!

O Ano Novo...

As promessas feitas na passagem de ano, tão comuns e tão descumpridas, não são uma tradição recente.

Os babilônios já as faziam há 4 mil anos.
Mas em vez de resolverem levar uma dieta a sério ou parar de fumar, eles juravam de pés juntos que, tão logo acabassem as festas, devolveriam equipamentos de agricultura que haviam sido emprestados por amigos.

Fonte: Guia dos Curiosos –
www.ociocriativo.com.br

domingo, 23 de dezembro de 2007

Desejos...



Desejo a você:

Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
e que goste de você
Música de Tom
com letra de Chico
Frango Caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir
a palavra não
nem nunca,
nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel

E muito carinho meu.

(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

ESTATUTO DO NATAL


Art. I: Que a estrela que guiou os Reis Magos para o caminho de Belém guie-nos também nos caminhos difíceis da vida.

Art. II: Que o Natal não seja somente um dia, mas 365 dias...

Art. III: Que o Natal seja um nascer de esperança, de fé e de fraternidade.

Parágrafo Único: Fica decretado que o Natal não é comercial, e sim espiritual.

Art. IV: Que os homens, ao falarem em crise, lembrem-se de uma manjedoura e uma estrela, que como bússola, apontem para o Norte da Salvação.

Art. V: Que no Natal, os homens façam como as crianças: Dêem-se as mãos e tentem promover a paz.

Art. VI: Que haja menos desânimos, desconfianças, desamores, tristezas. E mais confiança no Menino Jesus.

Parágrafo Único: Fica decretado que o nascimento do Deus Menino é para todos: pobres e ricos, negros e brancos.

Art. VII: Que os homens não sigam a corrida consumista de "ter", mas voltem-se para o "ser", louvando o Seu Criador.

Art. VIII: Que os canhões silenciem, que as bombas fiquem eternamente guardados nos arsenais, que se ouça os anjos cantarem Glória a Deus no mais alto dos céus.

Parágrafo Único: Fica decretado que o Menino de Belém deve ser reconhecido por todos os homens como Filho de Deus, irmão de todos!

Art. IX: Que o Natal não seja somente momento de festas, presentes.

Art. X: Que o Natal dê a todos um coração puro, livre, alegre, cheio de fé e de amor.

Art. XI: Que o Natal seja um corte no egoísmo. Que os homens de boa vontade comecem a compartilhar, cada um no seu nível, em seu lugar, os bens e conquistas da civilização e cultura da humildade.

Art. XII: Que a manjedoura seja a convergência de todas as coordenadas das idéias, das invenções, das ações e esperanças dos homens para a concretização da paz universal.

Parágrafo Único: Fica decretado que todos devem poder dizer, ao se darem as mãos:

Feliz Natal!


Leila e Família.


O TEMPO...




Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,

a que se deu o nome de ano,

foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança

fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano

se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação

e tudo começa outra vez

com outro número e outra vontade

de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente…

…Para você,

Desejo o sonho realizado.

O amor esperado.

A esperança renovada.

Para você,

Desejo todas as cores desta vida.

Todas as alegrias que puder sorrir.

Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,

Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,

Que sua família esteja mais unida,

Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas.

Mas nada seria suficiente…

Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.

Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,

ao rumo da sua FELICIDADE!!!

Carlos Drummond de Andrade



com o carinho de sempre,


Leila

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Refletindo...

“Nós construímos a realidade que nos constrói.”

Edgar Morin

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Minhas Composições


A Chuva...


ah! chuva...
pingo...pingos...pingando...
gota...gotas...gotejando...
paro...ouço...penso...
é a chuva lá fora....
a molhar, a rolar, a renovar, a adubar, a soar...
como música!
ah! chuva...
tranquila,serena, permanente,
nesta noite,
fria e molhada,
que sinto a me tocar...
ah! chuva....
vem com suas gotas
adentrar minh'alma
e escoar toda a tristeza,
toda a angústia,
que teima lá se alojar.
ah! chuva...
vem com suas gotas
purificar meu ser
de toda a maldade,
de toda a vaidade
que teima lá aflorar.
ah! chuva...
bendita e precisa
a cair sobre nós,
e a trazer contigo
a confirmação de que a natureza
é de perfeita grandeza,
a nos brindar
quando menos esperamos,
quando menos mereçemos,
quando menos percebemos...
mas, ah! chuva...
vem me levar
a refletir que eu preciso
tanto quanto a terra, as plantas, os animais...
preciso dessa chuva
que chove e molha,
que chove e inova,
que chove a chuva,
nos meus pensamentos,
alimentando,
os meus sentimentos,
para que eu possa
distribuir e retribuir e contribuir e produzir
sem reprimir, sem consumir, sem diminuir,
todo o amor,
todas as esperanças,
todo o clamor,
que a natureza nos mostra
cada vez vez que traz a chuva!
ah! chuva....
chuva fria
que palpita
no coração da mãe terra,
e me faz pensar,
que é preciso afagar,
que é preciso acalentar,
que é preciso esquentar,
que é preciso perdoar,
que é preciso amar,
aqueles que não conseguem
perceber, sentir,
o que é a chuva
a dilintar nos ouvidos da alma,
nos fazendo acordar para este momento....
ah! chuva...
que chega e vai,
sem pedir licença,
adentrando os caminhos que eu construi,
adentrando os caminhos que eu destrui,
ah! chuva...
que me faz refletir,
que me faz incutir
em mim
o meu compromisso com a vida!
ah! chuva...


Leila

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Refletindo...

"Aprendi que toda vez que decido algo com o coração aberto, eu normalmente tomo a decisão certa."

Maya Angelou

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Minhas Composições


Refletindo Você!

Nada na vida pode ser apagado, muito menos passado corretivo...
Podemos sim, deletar, enviar para a lixeira, mas passou por lá...
Podemos sim, colocar no "desktop" do nosso computador e não mais clicar, ou até excluir da área de trabalho, mas o registro sempre ficará...

Mesmo que formatem, que façam "up grade" na máquina de cada um, nada poderá encobrir o que vivenciamos o que sentiu nossos olhos da alma: o coração!

Por mais que a correria seja grande, que a “onda” esteja nos levando, nos arrastando,
Por mais que não tenhamos como olhar, ver e perceber,
Sempre estará conosco uma parte daqueles que por nós passaram...

E sempre estará conosco, em nosso ser, em nosso coração, uma parte do que vivemos, do que sentimos por onde quer que tenhamos passado independente, do tempo que durou, mas ficará para a eternidade!

Talvez, você não tenha mais tempo pra lembrar de tudo isso,
mas com certeza, por onde você passou existem pessoas que não lhe esquecem e que têm o maior desejo de que você seja feliz, onde quer que esteja!

Principalmente, nesse momento, ao ler estas palavras!


Com carinho,

Leila.
2007

Refletindo...


"Todas as estórias nos ensinam alguma coisa e nos prometem algo, quer sejam verdadeiras ou inventadas, lendas ou fatos."

Stewart O'Nan






terça-feira, 27 de novembro de 2007

Refletindo...

"A próxima fronteira não está somente à sua frente, ela está dentro de você."

Robert K. Cooper

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Refletindo...



"Viver sem amar não é realmente viver."
Moliere

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Refletindo...

"Há o suficiente no mundo para todas as necessidades humanas, não há o suficiente para a cobiça humana."

Mahatma Gandhi

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Fragmentos Poéticos...



A um Ausente

Carlos Drumond de Andrade


Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.

Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?


Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Reflexões...

“Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades.”

Epicuro

Refletindo...


Antes de tudo, acredite no amor

Por Roberto Shinyashiki

O amor é inevitável na vida dos seres humanos, assim como é inevitável que a rosa exale seu perfume. Por isso, o primeiro passo para amar é acreditar no amor.

Sempre houve a crença de que Deus nos daria tudo o que a Ele pedíssemos. Mas isso não é verdade. Ele nos dá apenas aquilo em que acreditamos. Então, se alguém crê no amor, conseguirá o amor e, se acreditar na solidão, acabará só.

Em um mosteiro Zen, conduzido por dois irmãos, o mais velho era muito sábio, e o mais novo, ao contrário, era tolo e tinha apenas um olho. Para um forasteiro conseguir hospedagem por uma noite nesse mosteiro, tinha de vencer um dos monges em um debate sobre o Zen-Budismo.

Uma noite, um forasteiro foi pedir asilo e, como o velho monge estava cansado, mandou o mais novo confrontar-se com ele, com a recomendação de que o debate fosse em silêncio. Dessa forma, o monge tolo não cometeria enganos.

Algum tempo depois, o viajante entrou na sala do sábio monge e disse:
— Que homem sábio é o seu irmão! Conseguiu me vencer no debate e, por isso, devo ir embora.
O velho monge, intrigado, perguntou:
— O que aconteceu?
E escutou a resposta:
— Primeiramente, ergui um dedo simbolizando Buda, e seu irmão levantou dois simbolizando Buda e seus ensinamentos. Então, ergui três dedos para representar Buda, seus ensinamentos e seus discípulos, e meu inteligente interlocutor sacudiu o punho cerrado, à minha frente, para indicar que todos os três vêm de uma única realização.
Pouco depois, entra o monge tolo, muito aborrecido, e é saudado pelo irmão, que lhe perguntou o motivo de sua chateação. E o caolho respondeu:

— Esse viajante é muito rude! No momento em que me viu, levantou um dedo, me insultando, indicando que tenho apenas um olho. Mas, como ele era visitante, eu não quis responder à ofensa e ergui dois dedos, parabenizando-o por ele ter dois olhos. E o miserável levantou três dedos, para mostrar que nós dois juntos tínhamos três olhos. Então fiquei furioso e, com o puno cerrado, ameacei lhe dar um soco. E, assim, ele foi embora.

Essa simples história nos mostra que as pessoas sempre procuram nos outros e na vida a confirmação daquilo em que acreditam. Infelizmente, elas têm andado muito desesperançadas no amor, como se a satisfação fosse impossível, e acabaram criando um mundo de pouco amor.

Como poderemos viver sem amar? Impossível, porque, se assim for, o vazio sempre nos acompanhará.

Lembre-se: o amor é inevitável na vida dos seres humanos, assim como é inevitável que a rosa exale seu perfume. Por isso, o primeiro passo para amar é acreditar no amor.



www.clubedoscampeoes.com.br

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Dia do Cinema Brasileiro - 05 de Novembro


A arte que é nossa!

Espaço Cinema


Homenagem à Paulo Autran

Paulo Paquet Autran (Rio de Janeiro, 7 de setembro de 1922 — São Paulo, 12 de outubro de 2007) foi um ator brasileiro de teatro, cinema e televisão.

Paulo Autran mudou-se cedo para São Paulo, onde passou a maior parte de sua vida. Estudou Direito na capital paulista por influência do pai - que era delegado de polícia - e formou-se na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1945, inicialmente pensando em ser diplomata.

Desapontando na profissão de advogado, participou de algumas peças teatrais amadoras, tendo sido convidado a estrear profissionalmente com a peça Um Deus dormiu lá em casa, com direção de Adolfo Celi, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). No começo relutou, afirmando não ser ator profissional.


Entretanto, após receber o incentivo de sua amiga Tônia Carrero, aceitou o desafio. A peça, que estreou para o grande público no dia 13 de dezembro de 1949, tornou-se um grande sucesso, rendendo inclusive alguns prêmios para o jovem ator.

Após seu primeiro êxito comercial, Autran resolveu largar a advocacia e passou a se dedicar exclusivamente à carreira artística, dando prioridade ao teatro, sua grande paixão. Chegou a atuar em alguns filmes e telenovelas, mas é no palco que desenvolveu sua arte e se tornou conhecido, vindo a receber a alcunha de "O Senhor dos Palcos". No entanto, também será sempre lembrado por suas memoráveis atuações na televisão e no cinema, em especial por sua participação em Terra em Transe, clássico de Glauber Rocha.

Na televisão uma de suas cenas mais lembradas é da telenovela Guerra dos Sexos, em que contracenava com Fernanda Montenegro. Nos últimos anos da televisão fazia mais participações especiais, principalmente em minisséries.
Desde 1999, era casado com a atriz Karin Rodrigues.

No último ano antes de sua morte, Paulo Autran havia passado por diversas internações, por conta de um câncer de pulmão. O tratamento (com rádio e quimioterapia) não o impediu de seguir atuando em O Avarento - e nem de seguir fumando até quatro maços de cigarro por dia.

Durante sua carreira estabeleceu importantes parcerias, entre elas, com diretores como Adolfo Celi, Zbigniew Ziembiński e Flávio Rangel; e atrizes, como Tônia Carrero e Karin Rodrigues. Estreou seu 90º espetáculo em 2006, a peça O Avarento, de Molière. Essa peça suspendeu sua temporada porque o ator estava com problemas de saúde.

Sua última participação na televisão foi na minissérie Um Só Coração, em 2004. Seu último personagem no cinema foi no filme O Passado de Héctor Babenco.
Faleceu aos 85 anos, depois de sofrer enfisema pulmonar e complicações do câncer que tratava. A pedido da família, a causa mortis não foi divulgada pela equipe médica do hospital em que faleceu. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de São Paulo e seus restos mortais cremados no Crematório da Vila Alpina.



Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Espaço Cinema


Homenagem à Grande Otelo

Sebastião Bernardes de Souza Prata não era carioca, como muitos podem imaginar. Era mineiro, nascido em Uberlândia, em 1915. Ganhou o sobrenome da família que o educou - Prata - até que ele resolvesse se aventurar no Rio de Janeiro e em São Paulo em busca de sua vocação: ser ator.

Na Ópera Nacional, onde estudou, ganhou dos colegas o apelido de Pequeno Otelo. Ele preferiu e se auto-entitulou The Great Otelo, mais tarde abrasileirado e dando a ele o nome pelo qual se tornaria conhecido: Grande Otelo.

Assim começou a carreira de um dos maiores atores brasileiros, que passou pelos palcos dos cassinos e dos grandes shows das mais importantes casas noturnas do Rio. Passou também pelo teatro, pelo cinema e pela televisão, deixando sempre a lembrança de personagens marcantes.

Sua principal atividade foi o cinema. Apareceu pela primeira vez na tela em Noites Cariocas, em 1935. Trabalhou em alguns filmes conhecidos como Futebol e Família (39) e Laranja da China (40), conseguindo fama suficiente para ser chamado para trabalhar no primeiro filme produzido pela Atlântida: Moleque Tião, de 1943.

O sucesso se consolidou ao formar dupla com outro grande mito do cinema nacional: Oscarito. Juntos, participaram de mais de dez chanchadas como Carnaval no Fogo, Aviso aos Navegantes e Matar ou Correr.

Mas ele não era apenas comediante. Como ator dramático, marcou presença em vários filmes, dentre os quais Lúcio Flávio - Passageiro da Agonia e Rio, Zona Norte.

Grande Otelo morreu de enfarte ao desembarcar em Paris, às vésperas de seus 78 anos, a caminho do Festival dos Três Continentes, em Nantes, onde seria homenageado.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 4 de novembro de 2007

Letras de Músicas

O Girassol
Ira – de Edgard Scandurra

Eu tento me erguer às próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Um pobre diabo é o que sou
Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão
Você é meu sol, um metro e sessenta e cinco de sol
E quase o ano inteiro os dias foram noites
Noites para mim
Meu sorriso se foi
Minha canção também
E eu jurei por Deus não morrer por amor
E continuar a viver
Como eu sou um girassol, você é meu sol

Eu tento me erguer às próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Um pobre diabo é o que sou
Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão
Morro de amor e vivo por aí
Nenhum santo tem pena de mim
Sou agora um frágil cristal
Um pobre diabo que não sabe esquecer
Que não sabe esquecer
Como eu sou um girassol, você é meu sol



Minhas Composições...


Aprender!

quanto aprender,
para entender,
quanto se comover
por se envolver,
que aprendizado! que lição!
quanto aprender,
quanto admirar,
por amar,
por ensinar,
que aprendizado! que lição!
quanto aprender,
quanto calar,
quanto escutar,
quanto enxergar,
por saber,
que aprendizado! que lição!
quanto aprender,
quanto silenciar,
quanto fazer,
quanto sentir,
que aprendizado! que lição!
quanto aprender,
quanto querer,
quanto agradecer,
quanto engrandecer,
que aprendizado! que lição!
quanto aprender,
é a vida a ser tecida,
na teia da vida,
na vida de cada um,
vivida,
sentida,
que lição de vida!
obrigada!

Leila

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Minhas Composições

"Quando o poeta escreve...
escreve pra expressar,
abre seu coração pra aliviar...
a dor que se instala,
e pra tentar curar a alma
que sente!"

Leila
out/2007

Refletindo...

"Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho."

Carlos Drummond de Andrade

AMAR


Amar...
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia, o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave
de rapina.Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade
Imagem: Annon e Tamar de Barbieri

Carlos Drumond de Andrade




Hoje seria o aniversário do poeta Drummond

Carlos Drummond de Andrade (Itabira, 31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1987) é considerado um dos principais poetas da literatura brasileira devido à repercussão e alcance de suas obras.

Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra.

Formado em farmácia, durante a maior parte da vida foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguido até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade.

Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Imagem: www.dw-world.de

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

DIA NACIONAL DO LIVRO – 29 DE OUTUBRO




"Os livros são os mais serenos e constantes dos amigos; são os mais acessíveis e sábios dos conselheiros, e os mais pacientes dos professores."


Charles Eliot

150 anos da Biblioteca Pública do Paraná



150 anos da Biblioteca Pública do Paraná

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