"Se a escada não estiver apoiada na parede correta, cada degrau que subimos é um passo a mais para um lugar equivocado".
Stephen Covey
Stephen Covey

DESEJO DE TUDO...UM POUCO PARA VOCÊ!
Sensibilidade ...
Para não ficar indiferente
diante das belezas
da vida ...
Coragem ...
Para colocar a timidez de lado
e poder realizar o que tem vontade.
Solidariedade ...
Para não ficar neutro
diante do sofrimento da humanidade.
Bondade ...
Para não desviar os olhos
de quem te pede ajuda.
Tranquilidade ...
Para quando chegar ao fim do dia,
poder deitar e dormir o sono dos justos.
Alegria ...
Para você distribuí-la,
colocando um sorriso no rosto de alguém.
Humildade ...
Para você reconhecer
aquilo que você não é.
Sinceridade ...
Para você ser verdadeiro,
gostar de si mesmo,
e viver melhor.
Felicidade ...
Para você descobri-la dentro de você
e doá-la a quem precisar.
Amizade ...
Para você descobrir que,
quem tem um amigo,
tem um tesouro.
Esperança ...
Para fazer você acreditar na vida
e se sentir uma eterna criança.
Sabedoria ...
Para entender que só o bem existe,
o resto é ilusão.
Desejos ...
Para alimentar o seu corpo,
dando prazer ao seu espírito.
Sonhos ...
Para poder, todos os dias,
alimentar sua alma.
Amor ...
Para você ter alguém para amar
e sentir-se amado.
Para você desejar tocar uma estrela,
sorrir para a lua.
Sentir que a vida é bela,
andando pela rua.
Para você descobrir que
existe um sol dentro de você.
Para você se sentir feliz
a cada amanhecer
e saber que o amor
é a razão maior para viver.
Mas, se você não tiver um amor,
que nunca deixe morrer em você,
a procura.
O desejo de o encontrar.
Tenha de tudo, um pouco...
E SEJA FELIZ!
Boa semana para você!

"Todos os dias podemos
fazer Encontros e encontros,
resgatar valores e pessoas,
reconfigurar ações e pensamentos,
só depende das escolhas e decisões,
ficar sentindo ou agir,
guardar em nossos corações
ou descortinar ao mundo,
amor, fé, esperança, luz!
ontem, hoje ou amanhã...
retornar e recomeçar,
acalentar e efetivar,
em cada ser a oportunidade
de "realiz-ações",
reais ações...
ontem, hoje e amanhã!"
Leila, abril/2010


Ida Hannemann de Campos, nasceu em 1922, em Curitiba, pertenceu à escola de Guido Viaro e dedica-se ao desenho, pintura e tapeçaria. Possui muitas obras premiadas e participações em exposições nacionais e internacionais, suas obras integram diversos acervos de museus e coleções particulares.
Dona Ida é moradora do bairro Bom Retiro, onde reside desde tenra idade, descobriu muito cedo sua tendência artística, ao desenhar na terra, quadrados e figuras para brincar. Conversar com ela é viver novamente, suas estórias são as verdadeiras histórias de vida. Sua experiência e maturidade são passadas para cada um de nós com emoção e alegria. Poder passar com ela uma manhã, uma tarde é embarcar em uma viagem de sonho e fantasia.
A artista plástica tem uma memória incrível e sempre se curva diante da natureza. Sua casa possui um lindo quintal e estar por lá, conhecer seu atelier é conviver com tudo isso. Perceber os pássaros e ouvir seu canto, caminhar pela grama entre algumas árvores de fruto, limoeiros, tangerineiras, pitangueiras e muitos arbustos, repleto de verde. Flores dentro e fora de casa. Ou apenas tomar um copo de suco com muita clorofila; preparado com muito carinho e também experimentar e trocar uma saborosa receita de Pão de Ló.
Assim tem sido a vida desta consagrada artista que integra um coletivo de artistas plásticos do Paraná, seu nome é obrigatório em todos dicionários de Arte Brasileira. Ida é uma destas raras artistas que retrata a cidade de Curitiba.

Mais de seis décadas de produção da consagrada artista plástica curitibana Ida Hannemann de Campos está em cartaz na capital. No átrio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, é possível visitar a exposição Um olhar feminino, composta de desenhos, pinturas, cerâmicas e tapeçarias de autoria de Ida, que hoje está com 88 anos de idade.
“A exposição é uma homenagem a todas as artistas plásticas de relevância à cultura do Paraná. Ida tem uma trajetória artística de grande importância para o estado e que serve de exemplo.
Até 21 de maio, no átrio da Secretaria de Estado da Cultura (Rua Ébano Pereira, 240). De segunda à sexta-feira, das 9h às 18h. Entrada franca.
Fonte:
http://www.paranashop.com.br/

MUDANÇAS
E tudo mudou...
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib, Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
'Problemas de moça' viraram TPM
Confete virou MM
A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou musse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê..
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou Counter Strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato;
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência esta coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...
... De tudo.
"Inclusive de notar essas diferenças".
Luiz Fernando Veríssimo
“Coragem não é a ausência do medo,
é considerar que algo é
mais importante que esse medo.”
Ambrose Redmoon
"As habilidades murcham com as críticas,
"O conhecimento é a única fonte tanto para o amor como para os princípios da liberdade humana."

"Pudesse Eu
Pudesse eu não ter laços
nem limites
Ó vida de mil faces
transbordantes
Para poder responder
aos teus convites
Suspensos na surpresa
dos instantes!"
Se tanto me dói que as coisas passem
É porque cada instante em mim foi vivo
Na busca de um bem definitivo
Em que as coisas de Amor se eternizassem
Sophia de Mello Breyner Andresen
O ARCO, E LOGO, A FOLHA ALTA
O arco, e logo, a folha alta.
o dia. O espaço,
o silêncio, um bloco transparente.
A casa vive o que eu escrevo,
e a margem branca (intransponível)
é o corpo que eu não sei,
vivo na claridade.
Um corpo, digo, não um cristal.
Que permanece, ainda que eu hesite
ou falhe ou recomece. E longamente
se abre, no dia, o arco, e a mão que o perde.
Só uma distância, ou o desejo, o quer.
Mas onde e quando, enquanto existe?
A vulnerada folha não o rasga.
O corpo, no horizonte, dura, intacto.
António Ramos Rosa
"O vocábulo fundamental que corresponde à imaginação não é imagem, mas imaginário.
O valor de uma imagem mede-se pela extensão da sua auréola imaginária. Graças ao imaginário, a imaginação é essencialmente aberta, evasiva.
É ela, no psiquismo humano, a própria experiência da abertura, a própria experiência da novidade."
Gaston Bachelard
Para conhecer o mundo,
Não é necessário percorrê-lo.
Posso conhecer os segredos dele
Sem olhar pela janela do meu
quarto.
(...) Quem desperta em si
As forças criadoras da vida
Realiza a sua íntima essência
E nela permanece (...)
Lao-Tsé
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
titulo original: (Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain)
lançamento: 2001 (França)
direção: Jean-Pierre Jeunet
Audrey Tautou (Amélie Poulain)
Mathieu Kassovitz (Nino Quincampoix)
Rufus (Raphael Poulain)
Yolande Moreau (Madeleine Wallace)
Artus de Penguern (Hipolito)
Urbain Cancelier (Collignon)
Maurice Bénichou (Dominique Bretodeau)
Dominique Pinon (Joseph)
Claude Perron (Eva)
Michel Robin (Pai de Collignon)
Isabelle Nanty (Georgette)
Clotilde Mallet (Gina)
Claire Maurier (Suzanne)
Serge Merlin (Dufayel)
James Debbouze (Lucien)
Lorella Cravotta (Amandine Poulain)
Flore Guiet (Amélie Poulain - 8 anos)
O filme conta a história de Amélie, uma menina que cresceu isolada das outras crianças. Isso porque seu pai achava que Amélie possuia uma anomalia no coração, já que este batia muito rápido durante os exames mensais que o pai fazia na menina. Na verdade, Amélie ficava nervosa com este raro contato físico com o pai. Por isso, e somente por isso, seu coração batia mais rápido que o normal. Seus pais, então, privaram Amélie de freqüentar escola e ter contato com outras crianças. Sua mãe, que era professora, foi quem a alfabetizou até falecer quando Amélie ainda era menina. Sua infância solitária e a morte prematura de sua mãe influenciaram fortemente o desenvolvimento de Amélie e a forma como ela se relacionava com as pessoas e com o mundo depois de adulta.
Após sua maioridade, mudou-se do subúrbio para o bairro parisiense de Montemartre onde começou a trabalhar como garçonete. Certo dia, encontra no banheiro de seu apartamento uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador do apartamento. Pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo.
A partir de então, Amélie se engaja na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor. Ela ganha aí um novo sentido para sua existência. Em uma destas pequenas grandes ações ela encontra um homem por quem se apaixona à primeira vista. E então seu destino muda para sempre…
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.
Em destaque uma das músicas que compõem a trilha do filme, Die fabelhafte Welt der Amelie - J'Y Suis Jamais Allé por Yann Tiersen. Um dos meus filmes preferidos, vale pela reflexão sobre a vida...para quem gostar, existe uma série que se baseia no filme, apenas no enredo dele. Pushing Daisies, a série passa na Warner Channel no Brasil, Leilah.
Fontes:
www.youtube.com
www.adorocinema.com
www.wikipédia.com

A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e
viver uma fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
Mensagem recebida do meu amigo Al,
obrigada com o meu carinho de sempre,
Leilah